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Ana Antunes e Pedro Filipe-Santos: Dias de descontração com o filho no Castelo da CARAS

Os dois empresários passaram um fim de semana na Pousada Flor da Rosa com o filho, Martim, de sete anos. Foi notória a cumplicidade familiar, e também a forma serena e despreocupada como encaram a vida.

Andreia Cardinali
25 de dezembro de 2013, 18:00

AnaAntunes e Pedro Fili­pe-Santossão o exemplo de que a partilha da vida pessoal e profissional pode dar certo.Estavam juntos há um ano quando decidiram estabelecer uma parceria profissionalcriando a produtora de televisão Briskman, responsável por programas como Querido,Mudei a Casa, conceito que o casal trouxe para Portugal. Hoje não só mantêmeste projeto como criaram a loja Querido Home Styling. O tempo que sobra é paraser dedicado à família, em especial ao filho, Martim, de sete anos. Porisso, o convite da CARAS para um fim de semana em família com cheiro a Natal,na Pousada Flor da Rosa, no Crato, tornou-se irrecusável.
– Estão juntos há 12 anos. Qual é o segredo?
Ana Antunes – Nem sei bem, é tão natural que não conseguimos ter umateoria.
Pedro Filipe-Santos – É ter uma casa de banho para cada um [risos].
Ana – Acima de tudo, respeitamos imenso aquilo que cada um faz e o factode termos funções separadas na empresa também ajuda. Respeitamos muito aopinião um do outro e tudo entre nós tem sido construído a dois. Depois, tambémconseguimos desligar facilmente de tudo o res­to assim que entramos em casa. Nonosso lar o foco é o Martim e todas as outras coisas que fazem parte da nossavida familiar. Separamos automaticamente a vida pessoal da profissional. Secalhar, se não trabalhássemos os dois, já não estaríamos juntos.
– Quando decidiram trabalhar juntos não recearam que eventuais desavençasprofissionais prejudicassem a vida pessoal?
Pedro – Não, nem pensar, tal como quando alguém se casa não pensa que sevai divorciar.
Ana – As coisas podem acon­tecer, mas mesmo quando não concordo com aopinião do Pe­dro, não criamos discussões em torno disso. Já tivemos pessoas atrabalhar na empresa que só ao fim de alguns meses perceberam que éramos maridoe mulher. Ali somos sócios, sempre fizemos muito bem essa distinção.
– E com um lado profissional tão preenchido, têm conseguido ser uns paispresentes?
Acho que conseguimos construir muito bem as nossas defesas para que issoaconteça. Temos a casa ao lado do escritório e da loja e, se acontecer algumacoisa, rapidamente estou junto do Martim. No fundo, acho que ele até lucra como facto de os pais trabalharem juntos, pois muitas vezes vai ter connosco. Asegurança dele também passa por saber que nós estamos muito perto.
Pedro – Como trabalhamos juntos temos a facilidade de decidir a nossavida e se for preciso tiramos um dia para algo que seja importante para oMartim.
– E momentos a dois, há?
Ana – Há muitos momentos a três [risos], mas adoramos. Desde os três mesesque o Martim vai connosco para todo o lado e sempre que vamos de férias paraqualquer parte do mundo, ele vai. Os momentos a dois são mais escapadinhas, masacho que isso se aplica à generalidade das pessoas que têm filhos.
– O Natal é uma época importante?
Gosto muito do Natal, em especial desde que o Martim nasceu. Passou a seruma coisa muito mais familiar e com significado. Para ele é muito importante enós fazemos desta época uma coisa especial. Criámos algumas tradições queseguimos religiosamente. Embora não tenhamos uma família muito grande que sejunta no Natal, esta é de facto uma altura importante.
– Onde será passado este ano?
Vamos ter com o meu irmão ao Canadá, parte da minha família estáespalhada pelo mundo.
– Com uma criança, conse­guem fugir do consumismo desta época?
Pedro – O Martim está bem treinado [risos]. Desde pequeno que sabe que sópode comprar um brinquedo. Ele tem noção do que é caro e que determina­dospresentes só servem para determinadas alturas. No Natal recebe um presente doPai Natal e um nosso e dos avós, não recebe mais. Mas é claro que não é fácilfugir do consumismo.

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