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Bibá Pitta: "Os meus filhos têm muito mimo e, acima de tudo, muito amor"

Bibá Pitta esteve com o filhos Madalena e Dinis numa loja Ikea onde apadrinhou a campanha da Ikea Foundation, que por cada peluche vendido doa €1 para que mais crianças possam frequentar a escola.

Cristiana Rodrigues
24 de dezembro de 2013, 10:00

Doméstica assumida, BibáPitta tem cada vez mais a certeza de que a opção que fez há uns anos deficar em casa, cuidar da família, ser uma mãe atenta e uma mulher presente foia melhor, a mais gratificante. Sente-se privilegiada e diz que não lhe faltanada para ser feliz. O marido, o médico Fernando Gouveia, e os cincofilhos, Ma­ria, de 20 anos, Tomás, de 19, Madalena, de 15,Salvador, de 14, e Dinis, de sete, fazem-na acreditar que nada émais importante que a família que Bibá tem a certeza que a amadesmesuradamente. Um tema que acabou por tomar conta deste encontro com aCARAS, que decorreu numa loja Ikea, onde Bibá Pitta foi com dois dos seusfilhos dar a cara pela campanha solidária que a loja sueca promove até dia 27de dezembro: Por cada peluche vendido a Ikea Foundation doa €1 para que maiscrianças possam frequentar a escola.
– Há uns anos, era a Mada­lena bebé, optou por ficar em casa a tomar contados seus filhos. Arrepende-se de alguma forma dessa decisão?
Bibá Pitta – Além de não estar nada arrependida hoje, quando olho para aminha família tenho a certeza de que sou uma privilegiada e que essa foi umadas decisões mais acertadas da minha vida.
– Não sente que é de alguma forma limitativo tratar da casa e andar para afrente e para trás com as crianças?
Nada. Pelo contrário, para mim é muito compensador. Ain­da hoje não percouma oportunidade para estar com eles. Largo tudo para lhes dar atenção. Adoroestar em casa, adoro tratar dos meus filhos, e do meu marido. Adoro ser acuidadora da minha família, é o papel que tenho e o que escolhi para a minhavida.
– Não se intromete demasia­do na vida dos seus filhos?
Meto-me imenso na vida dos meus filhos. [risos] Quero sempre saber seestão bem porque quero estar presente para os ajudar em momentos menos bons.Quero precavê-los e ajudá-los nas escolhas...
– E não se torna insuportável para eles?
[risos] Isso não. Meto-me sem ser mãe-galinha ou daquelas mãesinsuportáveis que se acham as melhores amigas dos filhos. Eu não sou a melhoramiga, sou a mãe, que é mais do que tudo isso. As melhores amigas é que têm desaber o que à mãe não interessa, mas que me meto na vi­da deles, meto [risos].
– São muito mimados?

Eles têm muito mimo e, acima de tudo, têm muito amor. Depois são criançascom regras, responsáveis, mas também há fases difíceis, como a da adolescência.É uma linda família, há permissões  mastambém há birras, castigos, zangas...
– De que forma verbalizam o vosso amor?
Costumo agarrar nos meus filhos, enchê-los de beijos e dizer-lhes
que os amo até ao infinito e mais além. Aproveito ao máximo cada um deles etenho a sorte de ser amada por todos, cada um à sua maneira. Sou muito feliz.Acredito na família.

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