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Ao lado da família, Ágata Roquette admite: “Sou viciada nos meus filhos”

A nutricionista abriu as portas da sua casa e posou ao lado do marido, Rodrigo Roquette, e dos filhos, António e Rodrigo.

Marta Mesquita
24 de dezembro de 2013, 16:00

Ágata Roquette, de 31 anos, tornou-se uma das nutricionistas mais reconhecidas em Portugal. Já com dois livros editados e a preparar um terceiro, Ágata tem partilhado com os leitores muitas das escolhas alimentares que a ajudaram há alguns anos a perder mais de 20 quilos. Neste desafio de recuperar a sua boa forma, a nutricionista contou sempre com o apoio do marido, Rodrigo Roquette, com quem vive um casamento feliz há seis anos, e do qual já nasceram Rodrigo, de quatro anos, e António, de dois.
A poucas semanas do Natal, Ágata e Rodrigo Roquette abriram as portas da sua casa, em Cascais, e partilharam como vivem esta quadra, durante a qual é proibido contar calorias.
– No Natal, pode-se comer de tudo na vossa casa ou há pratos que estão proibidos?
Ágata Roquette
– Nos dias 24 e 25 de dezembro podemos comer tudo! Adoro bolo-rainha e bacalhau e é impossível fazer-se dieta com coisas tão boas.
Rodrigo Roquette“Em casa de ferreiro espeto de pau.” Eu também adoro comer e a Ágata não é nenhuma ditadora. E penso que esse é um dos segredos do sucesso das suas dietas.
– Ainda faz dieta, mesmo tendo atingido o peso ideal?
Ágata
– Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, manter o peso é o mais fácil. Durante a semana tenho muito cuidado com aquilo que como, mas ao fim de semana não faço dieta nenhuma, não sou nada fundamentalista. Não consigo ir jantar fora e não comer pão, por exemplo! É mesmo a minha fra­queza. Sempre gostei de comer e não deixei de o fazer, mas adquiri novos hábitos.
– A Ágata tem muitos pacientes. Com tanto trabalho, tem conseguido ter tempo de qualidade com a sua família?
– Sim, tenho sempre tempo para a minha família. O que mais gosto na vida é de estar com os meus filhos. Às segundas e sextas-feiras saio mais cedo e dedico-lhes essas tardes. Aliás, sou viciada nos meus filhos.
Rodrigo – A Ágata e eu somos muito ‘carreiristas’, trabalhamos muito, mas conseguimos ser pais presentes. Ser pai de dois rapazes dá muito trabalho, mas também é muito compensador.
–  Ágata, gosta de ser a única mulher cá em casa?
Ágata
– É engraçado. O meu filho mais velho já começa a gostar de futebol e adora ver os jogos. O mais novo ainda é para mim um bebé e, nesta fase, acho que é igual ter um menino ou uma menina. Mas eu gostava de ter uma menina, porque somos três irmãs, tenho muitas primas e estou habituada a estar rodeada de mulheres. Acho que quando somos mais velhas, as meninas fazem-nos uma companhia diferente.
Rodrigo – Os rapazes têm aquela rebeldia natural e têm muita energia. Sempre tive o sonho de ser pai e nunca pensei em ter só um filho. Acho que é muito importante ter-se irmãos. O Rodrigo é um miúdo muito querido e é bastante meigo com o irmão. Eles já fazem muita companhia um ao outro.
– Mas estão a pensar em ter outro filho?
Ágata
– Estamos a pensar ter mais um filho, mas não para já. Agora tenho de me dedicar ao trabalho. Vamos esperar mais um bocadinho. Mas acho que vamos ter é outro rapaz!
– E no meio do trabalho e dos filhos, há tempo para o casal?
– Sim, temos tempo para nós. Adoramos ir jantar fora e ao fim de semana conseguimos fazer esse tipo de programas. Às vezes vamos só os dois, outras vezes estamos com amigos. Só ainda não viajámos os dois sozinhos.
– Acredito que, com duas crianças pequenas, vivam o Natal com muita intensidade...
– Sim, sem dúvida. O nosso Natal começa a 23 de dezembro e só termina a 26! Num ano vamos passar a consoada a Coruche, com a família Roquette, e almoçamos no dia 25 com a minha mãe. No ano seguinte, trocamos essa ordem. Na noite de 25, vamos para a família da minha sogra. Ainda tenho a avó da parte do meu pai, com quem estou no dia 26. E como tenho padrasto, ainda estamos com essa parte da família. Andamos sempre de um lado para o outro. Sou uma pessoa muito ligada à família e tento transmitir isso aos nossos filhos. Cresci numa família muito unida e animada.
Rodrigo – Nós não temos um Natal, temos vários Natais. Andamos sempre de um lado para o outro, mas é ótimo porque estamos com as pessoas de quem gostamos. É uma época que é mesmo vivida em família, com muita animação e agitação.
– E é fácil evitarem o consumismo da época?
– Nós tentamos evitar, mas não é fácil. Gostamos de dar tudo aos nossos filhos e acredito que é bom eles sentirem-se mimados. Mas só recebem quando merecem. E é ótimo vermos os nossos filhos felizes.

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