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Nilton

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D.R.

A escolha de... Nilton

Começou a trabalhar como DJ, foi decorador de interiores, mas é a escrever textos que o humorista, de 41 anos, se sente realizado.

Redação CARAS
15 de dezembro de 2013, 19:00

Define-se como um stand up comedian: alguém que escreve as suas próprias piadas e as apresenta ao vivo. Subiu pela primeira vez a um palco em 1997 e hoje orgulha-se de conseguir encher salas de espetáculo onde partilha o que lhe vai na alma. Desengane-se,
no entanto, quem pensa que é tudo fruto de improviso. Nilton gosta de escrever e inspira-se em tudo o que o rodeia para preparar os seus textos. Seja para conduzir o programa 5 Para a Meia-Noite, que às sextas-feiras é da sua responsabilidade, para animar o Livro de Reclamações nas manhãs da RFM ou para os espetáculos de stand-up. O humorista é pai de Noah, de dois anos e meio, fruto da sua relação com Maria Valente.
O Bar – Lux
Há muitos e bons por todo o país, mas a verdade é que raramente saio à noite porque trabalho 20 horas por dia. Quando acontece é raro ir parar a outro sítio que não o Lux, em Lisboa.
O CD - Dom La Nena

Tive a oportunidade de receber no 5 Para a Meia-Noite o projeto Dom La Nena, uma jovem de 24 anos que me apanhou completamente desprevenido, e também o pianista Júlio Resende. Neste momento são estes dois que tocam incessantemente.
O Espetáculo - “Loop”, de Francisco Menezes

Eu sou fã de comédia e não posso deixar de olhar para o que os meus colegas fazem. Destaco o Loop do Francisco Menezes. Anda pelo país em digressão e é diferente do que alguma vez tenham visto.
O Livro - Vários autores

Mais do que bons livros, temos bons escritores. De Lobo Antunes a Gonçalo M. Tavares. De Valter Hugo Mãe a Nuno Camarneiro. Dos clássicos como Luiz Pacheco aos contemporâneos. Se a economia de um país se medisse pelos seus escritores, estaríamos muito melhor.
O Fim de semana - Gerês, Alentejo e Proença-a-Nova

Sou apologista de passear cá dentro. Temos um país rico e belo. É um crime não percorrer e descobrir o Gerês; deixarmo-nos andar pelo Alentejo; descobrir a zona do pinhal, em Proença-a-Nova; subir à Pampilhosa da Serra. Tanto num país tão pequeno.
O Hotel - Areias do Seixo, em Torres Vedras

Um dos melhores projetos que conheci nos últimos tempos, exemplo de como somos capazes de pensar a hotelaria ao mais alto nível e com um bom gosto irrepreensível.
A Viagem – Açores

Gosto de viajar sem destino definido. Seja para norte, sul, Europa ou ilhas. Devemos deixar-nos ir, como quem espera encontrar sempre mais. O mundo é tão vasto e tem tanto para desco­brir, mas ninguém pode ir a lado nenhum sem visitar os Açores, por exemplo.

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