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Francisca e Ricardo Pereira: “Os filhos reforçam os nossos laços afetivos”

O ator e a mulher estão a viver uma aventura feliz ao lado de Vicente e da recém-nascida Francisca.

Cristiana Rodrigues
8 de dezembro de 2013, 10:00

“É um sentimento absolutamente avassalador.” Estas foram as palavras escolhidas por Ricardo Pereira para descrever o nascimento da sua segunda filha, fruto do seu casamento com Francisca Pinto Ribeiro. Francisca nasceu de cesariana com 3,060kg e 49cm, na clínica Perinatal Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Uma semana depois, já em casa, onde começa agora uma nova aventura ao lado de Vicente, que completa dois anos no próximo dia 22, o ator, que está neste momento a gravar a novela Joia Rara e em cena com a peça Um Sonho para Dois, partilhou com a CARAS algumas das suas emoções.
– Assistir a um parto deve ser marcante.
Ricardo – Adoro. Assisti ao nascimento do Vicente e quis assistir também ao da Francisca. Estar ao lado da minha mulher nesse momento tem a ver com o facto de querermos partilhar experiências juntos. São momentos únicos, muitas emoções e eu não queria de maneira nenhuma perder isso.
– Mas é preciso ter algum sangue-frio...
Tenho sangue-frio para assistir aos partos, mas acho, sinceramente, que as mulheres são umas grandes guerreiras. Não só durante a gravidez como no momento do parto e tudo o que o nascimento de uma criança envolve, como a amamentação, a recuperação de um parto... A mulher tem um lado muito forte que mexe comigo.
– O que é que sentiu quando pegou na bebé pela primeira vez?
Mais do que o que eu senti ao pegar nela foi o que senti ao vê-la ao colo da Francisca. O momento em que o pediatra põe a bebé junto da mãe não tem explicação, é das coisas mais bonitas que se pode ver. O vínculo que o bebé tem com a mãe é muito forte e isso percebe-se logo.
– Por ser um segundo filho há mais tranquilidade e descontração ou é como se fosse o primeiro?
Há uma maior experiência, uma maior noção de como eles reagem e não temos tantas dúvidas nem receio de fazer alguma coisa errada. O sentimento é de proteção, de saber que ela está bem, de cuidar dela.
– Com as atenções viradas para um recém-nascido, as mulheres têm tendên­cia a sentir-se em segundo plano. Como é que contraria isso?
A mulher sente-se em segundo plano, o homem sente que o papel dele ali foi só de produção, mas é o normal e são fases da vida. Cabe-nos a nós ter a paciência de nos entendermos. É uma fase de muita compreensão, de muito carinho, de outras formas de carinho, cada um assumindo o seu papel. São tantos os sentimentos que estão à flor da pele que é natural que aquilo a que estamos habituados saia um bocadinho do normal.
– A paternidade tem superado as suas expectativas?
Tem sido a melhor coisa da minha vida. Tenho um pai e uma mãe muito presentes, muito companheiros, sempre prontos a ajudar, e isso influencia bastante o que sou e a mensagem que quero passar ao meu filho. Ser pai é a melhor coisa do mundo. É bom acompanhar as descobertas dos meus filhos, agarrá-los, abraçá-los, mimá-los, beijá-los.
– Os filhos reforçam os laços afetivos?
Claro que sim. Tenho uma relação com a Francisca muito próxima e cúmplice e temos descoberto várias coisas em nós depois de termos sido pais e isso tem sido muito bom.
– Costuma dizer-se que ter filhos é também uma prova de fogo para o casamento...
Não diria uma prova, porque acho que as relações humanas não devem estar sujeitas a provas, mas é algo que provoca uma mudança nas relações entre marido e mulher. Cabe-nos a nós readaptar-nos para vivermos essas mudanças da melhor maneira.
– Estão a construir a família com que sempre sonharam?
Sim. O nosso sonho é sermos felizes e termos uma família grande. Estamos no bom caminho.
– Qual é o pilar do vosso casamento?
O respeito e a cumplicidade, o amor. Gostamos de viver juntos, de aproveitar a vida juntos.

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