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Raquel e Batata Cerqueira Gomes falam com orgulho da família que construíram

Mestres na arte de bem receber, Raquel e Batata Cerqueira Gomes abriram as portas de sua casa, na Foz Velha, onde, em família, nos falaram sobre os seus quase 30 anos de relação e de trabalho em comum.

Joana Brandão
7 de dezembro de 2013, 10:00

Oriundos de famílias numerosas, tanto Batata Cerqueira Gomes como a mulher, Ra­quel, gostam de ter a casa cheia. E de facto, é na casa que construíram há 13 anos na Foz Velha que, independentemente das agendas atribuladas, o casal usufrui diariamente da companhia dos filhos, Luís, de 26 anos, e Carlota, de 20 (aos quais se juntam agora os respetivos namorados, Inês Moreira e Diogo Tan), e do neto, Luís, de cinco anos.
Pais presentes, Batata e Raquel falam com orgulho de Luís, que depois de ter tirado um mes­trado em Direito Comercial In­ternacional em Londres exerce agora advocacia no escritório Cerqueira Gomes & Associados, e de Carlota, que está a tirar Marketing no IPAM com o intuito de dar continuidade aos negócios dos pais.
Qual é o segredo para se manterem unidos e felizes ao fim de quase 30 anos?
Batata Cerqueira Gomes – É engraçado, porque quando anunciámos aos nossos amigos que nos íamos casar, a maior parte disse que não passávamos do primeiro ano. Mas a verdade é que estamos casados há 27 anos e continuamos de pedra e cal. Nós completamo-nos imenso. Costumo dizer que a Raquel não tem defeitos: é paciente, amiga do seu amigo e tem um coração enorme. É uma companheira excecional e nem precisamos de falar para saber o que o outro está a pensar.
Ao longo da vossa vida em co­mum têm estado juntos em muitos projetos profissionais. Depois de discotecas e restaurantes, acabam de abrir o espaço R&B, que é completamente diferente...
Raquel Cerqueira Gomes – É verdade que temos trabalhado sempre em conjunto e tem funcionado, porque nos complementamos, um é bom numa área, outro noutra. E sim, o R&B é o nosso novo projeto e estamos muito entusiasmados. Digamos que é um espaço com várias lojas, onde temos as nossas velharias e uma zona de produtos e petiscos gourmet e vinho a copo, mas onde também há uma zona de chocolates, livros, vestuário e discos em vinil. Fica na Baixa, entre o Palácio da Bolsa e o Mercado Ferreira Borges.
– Diz-se que os filhos são fruto da educação que recebe­ram. Estão orgulhosos dos adultos em que o Luís e a Carlota se tornaram?
Batata – Eles são uns filhos exemplares! Orgulho-me muito deles e estamos agora a colher aquilo que semeámos. A Raquel e eu sempre nos preocupámos muito com a educação deles e estamos seguros de que os nossos filhos têm os princípios e as bases para serem alguém na vida.
Raquel – A Carlota é mais extrovertida, tem o feitio do pai, o Luís é mais low profile, mais parecido comigo, mas são os dois miúdos fantásticos, temos imensa sorte.
E como são a Raquel e o Batata como pais?
Carlota – São mais amigos do que pais. Desabafo mais com a minha mãe do que com as minhas amigas, e sou unha e carne com o meu pai. Temos uma relação excelente!
Luís – São excelentes pais e uns ótimos avós, dão-me muito apoio com o Luís. E apesar de ter saído de casa há uns meses, venho cá com frequência, porque gostamos muito de estar juntos.
O Luís é o vosso primeiro neto. Como se sentem no papel de avós?
Raquel – Ele é a nossa perdi­ção! É um miúdo muito querido, que nos recebe de braços abertos e alinha nos nossos programas. Ou vai andar de Vespa com o avô ou faz bolos comigo...
Batata – Ser avô é poder ser pai outra vez, mas sem a responsabi­lidade e com espaço para ‘estragar’, pelo menos mais uns aninhos. O meu filho é um pai exemplar, portanto, nós ficamos com a parte boa, a da brincadeira.

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