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Frases célebres de Nelson Mandela

O símbolo da luta contra o ‘apartheid’ morreu esta quinta-feira, dia 5, aos 95 anos.

Redação CARAS
6 de dezembro de 2013, 11:16

A morte de Nelson Mandela deixou a África do Sul e o mundo de luto esta quinta-feira, 5 de dezembro. O antigo presidente sul-africano tinha 95 anos e nos últimos meses os seus problemas tinham-se complicado, tendo-o deixado entre a vida e a morte durante o verão. Em setembro, depois de ter recuperado um pouco, foi transferido para a sua residência de Pretória, onde continuava a receber tratamento médico permanente. Há cerca de um mês, a sua ex-mulher, Winnie Mdikizela-Mandela, afirmava que o líder histórico apenas comunicava por gestos.
Recorde algumas das frases mais célebres de Madiba:
"Diz-se que ninguém conhece verdadeiramente uma nação até que tenha estado dentro das suas prisões. Uma nação não deve ser julgada pela forma como trata seus cidadãos mais elevados, mas como trata os mais rebaixados."
"Ninguém nasce a odiar outra pessoa pela cor de sua pele, ou pelo seu passado, ou pela sua religião. As pessoas aprendem a odiar, e se eles podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto."
"Ser livre não é apenas libertarmo-nos das correntes que nos aprisionam, mas também viver de uma forma que respeite e valorize a liberdade dos outros."
"Durante a minha vida me dediquei a esta luta dos povos africanos. Eu lutei contra a dominação branca e lutei contra a dominação negra. Tenho acalentado o ideal de uma sociedade democrática e livre em que todas as pessoas viverão juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal pelo qual espero viver. Mas, se for preciso, é um ideal pelo qual estou preparado para morrer." (1964, no julgamento em que arriscou a pena de morte e foi condenado a prisão perpétua)
"Saúdo-vos a todos em nome da paz, da democracia e da liberdade para todos. Estou aqui não como um profeta mas como vos ver vir a vós, o povo. Humildemente. Os vossos incansáveis e heroicos esforços tornaram isto possível. Por isso, entrego nas vossas mãos os dias que me restam." (1990, quando saiu da prisão)
"No meu país, é preciso primeiro ir para a cadeia para depois ser presidente." (1994)
"A morte é inevitável. Quando um homem fez aquilo que considera ser o seu dever para com o seu povo e o seu país, poderá descansar em paz. Eu acredito que fiz esse esforço e, por isso, irei dormir até à eternidade." (1996)

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