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Nelson Mandela

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Reuters

Personalidades ligadas à política lamentam a morte Nelson Mandela

O antigo presidente da África do Sul morreu esta quinta-feira, 5 de dezembro, aos 95 anos.

Lusa
5 de dezembro de 2013, 23:46

Cavaco Silva recorda "figura maior da África do Sul e da História mundial"
Presidente da República português, Cavaco Silva, enviou uma mensagem de condolências ao seu homólogo sul-africano, Jacob Zuma, pela morte de Nelson Mandela, que recorda como figura maior da África do Sul e da História mundial.
"Foi com profunda consternação que tomei conhecimento da notícia do falecimento de Nelson Mandela, figura maior da África do Sul e da História mundial. Quero, em meu nome pessoal e em nome do Povo Português, apresentar a Vossa Excelência, ao Povo sul-africano e à Família enlutada, os sentimentos do nosso mais profundo pesar", refere Cavaco Silva, na mensagem divulgada no site www.presidencia.pt.
O chefe de Estado português destaca "o extraordinário legado de universalidade que perdurará por gerações" deixado pelo Prémio Nobel da Paz Nelson Mandela, bem como "o seu exemplo de coragem política, a sua estatura moral e a confiança que depositava na capacidade de reconciliação constituem verdadeiras lições de humanidade".
Passos Coelho lamenta morte de antigo chefe de Estado sul-africano
O primeiro-ministro português lamentou a morte do antigo chefe de Estado da África do Sul Nelson Mandela, considerando que "será uma referência inspiradora para as gerações futuras", numa mensagem enviada ao atual presidente sul-africano, Jacob Zuma.
Nelson Mandela morreu esta quinta-feira, aos 95 anos, anunciou o Presidente da República da África do Sul, numa comunicação televisiva.
Numa mensagem enviada a Jacob Zuma, o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, declara ter recebido a notícia da morte de Nelson Mandela "com profundo pesar".
BE lembra "exemplo de combate" de quem fez escolhas que "mudaram o mundo"
O Bloco de Esquerda recordou Nelson Mandela como um "grande exemplo de combate convicto pela dignidade de todas as pessoas", sublinhando que o antigo Presidente sul-africano foi alguém que "fez escolhas" que "mudaram o mundo".
"Vale a pena sublinhar o grande exemplo de combate convicto pela dignidade de todas as pessoas. Mandela nunca se absteve diante de uma história que o condenava a ficar esmagado, nunca foi neutro, implicou-se, tomou partido", afirmou à Lusa o dirigente bloquista José Manuel Pureza.
O antigo Presidente da África do Sul e líder histórico do ANC "sabia que ia pagar um preço altíssimo" por essas escolhas, apontou Pureza, "e deu a vida por essas convicções, esses valores, essa política".
David Cameron: "Extinguiu-se uma grande luz"
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou hoje que se "extinguiu uma grande luz", referindo-se ao falecimento do antigo presidente Nelson Mandela, e adiantou que a bandeira na sua residência oficial será colocada a meia-haste.
"Uma grande luz extinguiu-se no mundo", escreveu Cameron na sua conta oficial na rede social Twitter.
"Nelson Mandela foi um herói do nosso tempo. Ordenei que a bandeira no n.º 10 [de Downing Street] seja colocada a meia-haste", acrescentou.
PSD: "Morreu um homem bom, que acreditava na liberdade"
O PSD lamentou a morte do antigo presidente sul-africano Nelson Mandela considerando que "morreu um homem bom, que acreditava na liberdade" e que "deixa ao mundo um legado de paz e crença na humanidade".
"O PSD - Partido Social Democrata expressa o seu enorme pesar pelo desaparecimento, aos 95 anos de idade, de Nelson Mandela, um dos grandes líderes da nossa era", lê-se num comunicado do secretário-geral deste partido, José Matos Rosa.
O PSD descreve Nelson Mandela como um "incansável lutador pela liberdade e direitos do homem" e "um homem de uma enorme bondade, reconhecido com o Nobel da Paz em 1993, pela sua capacidade conciliadora e compaixão", que "deixa ao mundo um legado de paz e crença na humanidade".
"Desaparece exemplo que deve permanecer na memória", diz Ministro dos Negócios Estrangeiros
Com a morte de Nelson Mandela desaparece "uma grande figura" que deu um exemplo que deve permanecer na memória das pessoas, considerou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete.
Embora esperada, a morte de Nelson Mandela "causou uma grande emoção porque desaparece uma grande figura do nosso tempo, um homem que lutou pelo seu ideal ao longo de toda a sua vida, foi fiel aquilo que pensava, sacrificou-se por isso", disse Rui Machete numa declaração à agência Lusa.
O antigo presidente sul-africano, sacrificando a sua liberdade, foi capaz de manter um espírito aberto e de proteger a liberdade dos outros e ser tolerante, disse o ministro.
Chefe da diplomacia europeia expressou a sua admiração por Nelson Mandela
A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, expressou a sua admiração pelo antigo presidente da África do Sul, Nelson Mandela, que morreu esta quinta-feira, e assegurou que todos os democratas estão em divida para com ele.
"Nelson Mandela, mais do que ninguém, inspirou a minha geração e o nosso mundo. Hoje choramos a sua morte, mas também celebramos a sua vida", afirmou Ashton.
A alta representante da União Europeia recordou que Mandela "não só derrotou o 'apartheid'" como "mostrou às pessoas de todos os continente que a força moral da democracia podia vencer o poder estéril da tirania".

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