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Vanessa Oliveira: Os truques para perder os 22 quilos que aumentou com a gravidez

A apresentadora diz ainda que é uma mãe descontraída, o que é facilitado pelo facto de André ser um bebé tranquilo e dormir muito bem.

Cristiana Rodrigues
20 de outubro de 2013, 12:00

"É um santo”, garante Vanessa Oliveira quando fala do filho, André, que nasceu a 18 de junho. É que além de dormir muito e de comer bem, o bebé deixa a mãe ‘brincar’ com ele como se fosse um Nenuco. Divertida, Vanessa, de 32 anos, assume que passa a vida a experimentar penteados novos ao filho e a trocar-lhe a roupa para ver qual lhe fica melhor. E que André deixa fazer tudo isso e ainda se ri. A viver com descontração a sua estreia na maternidade, a apre­sentadora do Fama Show diz que tudo é facilitado pelo facto de contar com a ajuda indispensável do namorado, João Fernandes, profissionalmente conhecido co­mo DJ Kamala. Igualmente sem dramas está a ser a recuperação da sua antiga forma física, mesmo tendo aumentado 22 quilos com a gravidez, que quer perder antes de regressar ao ecrã. Vanessa sabe que é uma privilegiada, pois tem ao seu alcance diversas ‘ferramen­tas’ eficazes para a ajudar neste processo, mas lembra que todas as mulheres têm alguns truques ao seu alcance. E revela mesmo alguns deles às leitoras da CARAS.
– Agora que já é mãe, é tudo como imaginava?
Vanessa Oliveira –
Graças a Deus, sim, porque ele dorme bem, é um santo. Em três meses, se me deu 10 ou 12 noites menos boas foi muito. Ele dorme muito e eu adaptei-me aos horários dele. De dia não, mas à noite, quando ele ia dormir, eu também ia, por isso, quando ele acordava, seis horas depois, eu estava fresca e não havia grande problema.
– Nem tudo correu como previa... a cesariana, o ter de ficar mais dias na maternidade...
Pois, mas tudo isso faz parte... A cesariana foi stressante, porque não estava à espera, já estava a meio do parto quando foi decidido... Mas com a amamentação é que foi mesmo complicado, porque ele não pegou no peito, e por isso fiquei mais dias, para as enfermeiras me ajudarem. E depois habituei-me... não pega, tira-se com bomba e ele come na mesma, senão, toma suplemento!
– Para uma mãe de primeira viagem, parece descontraída...
E acho que sou mesmo. Só fiquei um pouco mais nervosa quando ele levou as primeiras vacinas. Teve um bocadinho de febre e só queria colo e aí fiquei mais apreensiva.
– Portanto, tem sido ‘brincar’ às mães e aos filhos...
[risos] É mesmo isso! O André tem muito cabelo e eu faço-lhe penteados, visto-lhe duas ou três roupas por dia para ver o que lhe fica melhor, calço e descalço sapatos... E ele deixa fazer isto tudo e ainda se ri!
– E em relação às rotinas do André, é rigorosa ou flexível?
Tento ser rigorosa desde o primeiro dia. E o João também. Se é para comer, é para comer, se é para dormir, é para dormir, ele chora um bocadinho e depois habitua-se. Se estivermos cientes do que queremos, por mais que difícil que seja, conseguimos. E este bebé vai ter as regras que eu estipular e não as que ele quiser!
– Teve algum sintoma de de­pressão pós-parto?
Até agora não. Acho que ele dar boas noites ajuda muito. Nos dias em que dormi pior sentia-me mais frágil, chorava por qualquer coisa. E depois, sempre tive ajudas. É fundamental saber pedir ajuda, ter a noção de que não conseguimos fazer tudo sozinhas. Aplaudo de pé as mães que estão sozinhas. Sem o João ao meu lado, em alguns momentos teria desesperado. E o André é um bebé tranquilo... Além da ajuda indispensável do João, que parece que já teve dez filhos, pois faz tudo com uma destreza incrível, do meu lado o André é o primei­ro neto e primeiro sobrinho, por isso, a minha mãe e a minha irmã estão histéricas com ele! E a mãe do João criou cinco filhos e quatro netas, trata do André com grande naturalidade.
– O André veio ‘roubar-vos’ tempo enquanto casal...
Para já, acho que ganhámos tempo em família e que não perdemos tempo como casal. O André dorme muito, das nove da noite às nove da manhã, por isso temos tempo para nós. E este verão o João foi tocar ao Algarve várias vezes e como não queria ficar longe de nós, eu e o André fomos com ele. Provavelmente, se não tivéssemos o André, eu não teria ido. É bom deixarmos o bebé com alguém para podermos ir namorar ou irmos ao cine­ma... temos é de nos habituar a deixá-lo ir.
– Mas reconhece que um bebé pode ser uma prova de fogo para as relações...
É de certeza! Quando fizemos a preparação para o parto, a enfermeira dizia muitas vezes: ‘Quando estiverem a perder a cabeça, não virem as costas, respirem fundo.’ E efetivamente é assim. Nós temos o benefício de dormir, que ajuda muito, mas já aconteceu o André estar a chorar e o João ter-se deitado tarde (como DJ ele tem horários diferentes) e começar aos gritos comigo porque precisa de dormir... Co­mo já aconteceu eu desatar aos gritos com o João porque não aguento. É tudo muito bonito, mas há fases complicadas. Ou amamos e conseguimos relativizar mesmo muito ou então não dá...
– Já sente vontade de regressar ao trabalho?
Sim, até porque adoro o que faço e, portanto, voltar vai ser uma lufada de ar fresco, até porque parei um mês e meio antes de ter o bebé. Também não trabalho todos os dias, o que dá para conciliar com a vida dele. Mas primeiro ainda tenho que perder algum peso.
– Engordou 22 quilos...
Sim. Engordei, e não estou traumatizada com isso. De qualquer forma, nove semanas depois do parto, quando comecei a fazer ginástica, massagens e eletroterapia, já só me faltava perder oito quilos. Fui perdendo com o começar a mexer-me em casa e agora faltam os derradeiros. Como agora já posso treinar, posso combater a flacidez natural após gravidez. Porque nós, figuras públicas, somos iguais às outras pessoas. E no dia em que a nutricionista me disse: “Vais fazer isto”, eu não toquei em mais nada fora do plano alimentar que me deu, e que é bastante radical. Pensei que ia morrer à fome... mas, sinceramente, não tem sido difícil. Quando me apetece uma coisa doce, posso comer a gelatina que quiser, quando me apetece alguma coisa salgada, posso comer os tremoços que quiser, pois são baixos em calorias. Mas temos que ter muita força de vontade. Se vamos ao frigorífico porque ninguém está a ver, estamos a enganar-nos e não vai acontecer nada.
– Nunca tinha feito dieta?
Nunca! E não adoro fazer exercício físico, nunca adorei, sempre fiz para manter a ‘máquina’ saudável e não por causa da linha. Felizmente, pela genética que tenho, tudo isto é muito novo para mim, mas está a correr bem. Levo grandes ‘tareias’ no ginásio, faço massagens... Obviamente, estou a usar as ‘ferramentas’ que tenho ao meu alcance para o conseguir da melhor forma possível, o que nem todas as mulheres têm, mas há muitas coisas que se podem fazer.
– Como por exemplo?
Como eu fiz cesariana e por isso só pude ir para o ginásio nove semanas depois, passei a subir a pé até casa – moro num quinto andar. E dentro de casa tenho escadas, por isso pus o fraldário do André no andar de cima para ser obrigada a subir. E passei a ir a pé ao supermercado... Tudo isto são mecanismos que adotei para me ajudarem a perder peso e volume. Quem não pode ir para o ginásio tem, por exemplo, imensos percursos ao ar livre onde pode fazer exercício, só não faz quem não quer. Lá está: é tudo força de vontade.
– Estar longe do André causa-lhe algum tipo de ansiedade?
Bem, eu só tenho estado longe dele cerca de hora e meia por dia, porque ele só não me acompanha ao ginásio, às massagens vai comigo. Mas não sou stressada com isso, ele fica com o João ou com uma das avós. E depois, quando chego e ele me vê e sorri de orelha a orelha, é a melhor coisa do mundo!

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