Nas Bancas

Jessica Athayde feliz com visual arrojado

A atriz pintou o cabelo de vermelho e garante que gosta deste seu novo visual. A fazer uma pausa profissional, Jessica Athayde quer aproveitar para viajar e dedicar-se mais à sua vida pessoal.

Marta Mesquita
13 de outubro de 2013, 10:00

Aproveitando uma pausa profissional, Jessica Athayde, de 27 anos, aceitou o convite para ser a embaixadora Garnier para o vermelho ardente 5.62 Nutrisse Ultra Color e pintou o cabelo. Feliz com a sua nova imagem, a atriz garante que se sente confortável com este vermelho arrojado, que lhe dá um ar mais confiante.
Agora que está de férias, Jessica quer dedicar-se mais à sua vida e projetos pessoais. Viajar, ler muito e desfrutar da companhia dos amigos e do namorado, o apresentador João Manzarra, parecem ser as suas prioridades nestes dias de descanso.
Tendo como mote a sua mudança de visual, a atriz conversou com a CARAS e revelou o seu lado mais extrovertido e irreverente.
– O que a levou a mudar de visual?
Jessica Athayde
– Já estou muito habituada a fazer mudanças de visual, mas sempre para as personagens. E agora, que estou num intervalo a nível profissional, depois de ter feito três projetos seguidos, é bom ter finalmente a liberdade para escolher a minha cor de cabelo. E surgiu uma proposta da parte da Garnier para fazer uma mudança e aceitei. Esta é a Jessica e não uma personagem. E acho que é importante fazermos mudanças. Quis sair da minha zona de conforto, decidi arriscar e estou muito contente.
– Escolheu o vermelho arden­te, que é uma cor muito forte e que não passa despercebida. Sente-se confortável usando o cabelo vermelho?
– Não é uma cor discreta, aliás, o nome diz tudo! É uma cor quente que resulta bem no outono e no inverno. Eu estou a gostar e até acho que é um tom que me passa uma certa confiança. Penso que é uma cor que pode favorecer muito as mulheres.
– E já se habituou ao seu novo visual ou ainda estranha sempre que se vê ao espelho?
– É uma imagem diferente, mas acho que acertei.
– Preo­cu­pa-se com a opinião que os outros possam ter em relação à sua mudança de visual?
– Como é óbvio, quero e gosto que as pessoas com quem convivo gostem da minha imagem ou que, pelo menos, a percebam.
– Qual é a relação que tem com a sua imagem?
– Tenho, obviamente, alguns cuidados. Não acho que tenhamos de ser todas iguais, ou todas magras, mas tenho certas preocupações com o meu bem-estar. Faço desporto e tenho aulas de dança, porque gosto e faz-me bem à cabeça... Tenho uma preocupação com a alimentação. Cada vez mais tenho a consciência daquilo que me faz bem e mal e do que devo comer ao longo do dia. Por isso, tenho muito cuidado com aquilo que pode interferir com a minha estabilidade mental.
– Mas é vegetariana?
– Não sou vegetariana, mas faço questão de fazer uns batidos que tenham bastantes legumes e frutas, bebo muita água... Claro que não sigo tudo à risca e há dias em que como um hambúrguer com batatas ou uma piza. Se calhar, até dia sim, dia não [risos]. Não sou escrava do meu corpo, mas tento equilibrar as coisas.
– Está a fazer uma pausa profissional, mas esteve durante muito tempo a trabalhar sem parar. O que é que a motiva a trabalhar tanto?
– A minha profissão é a única coisa que não ponho em causa. Tenho a certeza de que é isto que quero fazer na minha vida, mesmo que venha a conciliar a representação com outras coisas que possam surgir. Tenho 27 anos, portanto, tenho mais é de agarrar as oportunidades e fazer as personagens que podem representar uma evolução para mim.
– Mas não tem receio de que esta sua entrega possa conduzi-la a uma absolutização da sua profissão, provocando um desequilíbrio entre a sua vida profissional e a pessoal?
– Não acredito que possa haver esse desequilíbrio. Concilio bem a minha vida profissional com a pessoal. Continuo a fazer as mesmas coisas, a ter as mesmas amigas que tinha antes de começar a trabalhar e tenho uma rotina pessoal. Claro que quando estou a trabalhar não tenho tanta disponibilidade, mas não sinto que isso seja uma coisa negativa. Até é algo que me põe à prova.
– E qual é o balanço que faz do seu percurso enquanto atriz?
– Enquanto atriz, quero envolver-me em novos projetos e experimentar diferentes personagens. Até agora tive sorte, porque trabalhei personagens que me têm permitido evoluir. E nove anos de profissão pare­cem-me seis meses!
– É uma pessoa ambiciosa e com muitos sonhos?
– Sou ambiciosa, sim, e tenho o sonho de experimentar novos projetos e de crescer enquanto atriz. Se não fosse ambiciosa não estaria a trabalhar. Temos de trabalhar e de ter estofo para ouvir ‘não’. É como se começássemos constantemente do zero. Por isso, temos de ter sempre uma grande capacidade de trabalho e de dedicação.
– Acredito que estas exigên­cias próprias do mundo da representação a tenham ajudado a moldar a sua própria personalidade...
– Ser atriz permite-me ir um bocadinho além e ter uma mente mais aberta. Sempre que tenho uma personagem que faz algo de que eu discorde, tento perceber o que a levou a fazer determinada ação sem a julgar. E tenho essa mesma atitude na minha vida. Se calhar dou uma oportunidade a coisas que provavelmente não daria à partida.
– Gosta de fazer planos ou vive sem grandes metas?
– Todos sabemos que isto de fazer planos não resulta. Eu posso querer que algo aconteça de determinada maneira e depois acontece de outra, e às vezes até é melhor. Claro que há objetivos que gostava de atingir, mas não deixo que o facto de isso não se concretizar me leve para baixo.
– E pode partilhar connosco algum desses objetivos?
– Não. São privados.
– Neste momento está de férias. O que é que tem aprovei­tado para fazer?
– É uma paragem merecida. E assim, quando agarrar o meu próximo projeto, vou fresca e descansada. Acho que estas paragens são sempre importantes. E é tão bom ter tempo para ler outras coisas além de guiões, fazer mais desporto, ter tempo para ir à praia, dar atenção às pessoas, viajar... Acima de tudo, estas pausas profissionais permitem-me ter liberdade e não cumprir uma rotina.
– Não gosta de ter rotinas?
– Gosto de ter algumas rotinas. Gosto de acordar relativamente cedo, de aproveitar o dia, de ir à praia de manhã, de fazer desporto e de ter uma rotina pessoal.
– Mas por detrás dessa rotina há espaço para quebrar as re­gras e ter uma certa rebeldia?
– Acho que não cumpro propriamente as regras e gosto de ser fiel a mim mesma acima de tudo. Não sigo aquilo que supostamente devemos seguir. Muitas vezes, digo aquilo que todos querem dizer mas não têm coragem. E não me importo nada de não ter aquele comportamento que todos esperam.
– Mas essa confiança esconde, normalmente, um lado também mais vulnerável e frágil...
– Todos temos fragilidades e eu também tenho as minhas inseguranças, mas mantenho-as privadas. Arranjo maneira de ter os meus equilíbrios. Há coisas na minha vida que mostro, há outras que mantenho privadas.
– E tem sido fácil manter esse lado privado quando namo­ra com outra figura pública?
– Sim, é fácil, e só não faz quem não quer.
– Já assumiu que gostava de ser mãe. Sente vontade de concretizar brevemente esse desejo?
– Acho que a maior parte das mulheres gostaria de ser mãe. Para já, tenho os meus cães e tudo acontece a seu tempo.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras