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Filhas de Bárbara Elias e Nuno Graciano encantadas com mundo das princesas

O apresentador, de 41 anos, e a empresária, de 38, assistiram a uma manhã de diversão protagonizada pelas filhas, Matilde, de oito anos, e Maria, de três.

Cláudia Alegria
12 de outubro de 2013, 10:00

Se Bárbara Elias sempreviveu rodeada de meninas – tem três irmãs e, dos seis sobrinhos, só um é rapaz– Nuno Graciano começou a descobrir a magia do cor-de-rosa, do brilho edo imaginário das princesas quando nasceram as filhas do casal, Matilde,de oito anos, e Maria, de três. Os carrinhos e as bolas de futebol dosfilhos, Gonçalo, de 15 anos, e Tomás, de 11 – fruto doanterior casamento do apresentador com Patrícia Chester –, passaram,então, a dividir o espaço reservado às brincadeiras com bonecas e vestidinhos.
Foi precisamente num cenário de princesas à escala de Matilde e Maria que aCARAS marcou encontro com o apresentador e a ex-manequim, registando em imagensalguns dos momentos mágicos vividos pelas filhas numa manhã divertida, partilhadacom as primas Bárbara, de nove anos, Vera, de oito, e Catarina,de sete.
– Sempre viveu num mundo de meninas, pelo que este ambiente já lhe era muitofamiliar antes de as suas filhas terem nascido...
Bárbara Elias – É verdade. Eu e as minhas irmãs divertíamo-nos muito abrincar com as pinturas e os sapatos da minha mãe... Agora, o feitiço virou-secontra o feiticeiro e dou por mim com as minhas filhas a mexerem em tudo e maisalguma coisa: na maquilhagem, nos sapatos, na roupa. Vestem e mexem em tudo!
– Já o Nuno teve de se adaptar ao mundo das plumas e dos brilhos...
Nuno Graciano – Nunca mexi tanto em acetona como agora. Passo a vida atirar-lhes o verniz das unhas! [risos] Mas elas são diferentes uma da outra.São as duas vaidosas, mas a Maria é mais exagerada do que a Matilde. É capaz depôr gloss cinco ou seis vezes por dia porque diz que está sempre comcieiro! Agora este mundo das pirosas é muito giro porque muda tudo: passou ahaver leitura feminina – não falta a coleção da Anita lá em casa – bonecas,penteados, colares, pulseiras – que elas, além de colocarem em excesso nelas,por vezes querem colocar no pai também... Ah, e tenho sempre um trabalhoterrível que é mudar as roupas das bonecas sempre que elas não o conseguemfazer, e as bonecas trocam muitas vezes a roupa, não é? Claro que não falta umacozinha com vários produtos, que depois tenho de fazer de conta que como... Comos rapazes não houve nada disto. Mas elas próprias também são muito princesas.Até os abracinhos das meninas aos pais são diferentes dos dos rapazes, é maismimoso.
– Como descobriram este espaço onde estamos hoje?
Bárbara Elias – Foi o meu irmão, Alexandre, que me falou dele, ecomo a Matilde não tinha estado com as primas no dia de aniversário, resolvemosfazer agora um dia diferente.
– Um dia que certamente ficará na memória delas...
– Acho que sim, é um dia inesquecível. As roupas, as massagens, pintar asunhas, fazer penteados... O que é que elas querem mais? Até nós gostamos,quanto mais elas!
– As primas parecem dar-se todas muito bem.
– Sim, são super amigas. As minhas irmãs e eu estamos sempre juntas, portanto,elas acabam por ter uma relação muito próxima. São como irmãs. Agora, porexemplo, as minhas irmãs já regressaram ao trabalho e eu, como tenho horáriosmais flexíveis e consigo trabalhar de casa [Bárbara gere a empresa dehospedeiras Masterpromo], acabo por fazer mais programas com todas elas. Vamosà praia, ao jardim... Andam sempre em bando.
– O Nuno ontem teve um espetáculo dos Nunos&Nunettes a 300 quilómetrosde Lisboa e hoje de manhã já estava a fazer um direto na televisão. Quase nãodormiu, mas fez um esforço para conseguir estar presente neste momento.
Nuno – Sim. Estava a caminho de casa para descansar um pouco e fizquestão de vir cá dar-lhes um beijinho, porque sei que elas ficam contentes e,mais importante, eu também. Fico muito mais reconfortado e feliz por estesesforços que faço.
– O que revela que deve ser um excelente pai, fruto desses esforços que fazpara estar muito presente na vida deles...
– Oiço muitas vezes as pes­soas dizem que sou um ótimo pai, mas chego àconclusão de que não há bons pais: há pais e há outras pessoas que não o são.Acho que é impossível existir um bom pai, porque ser pai já engloba tudo o queé fantástico. Portanto, para mim, ou há pais – e pai é sinónimo de ser pai e sóisso – depois há homens que são reprodutores, que tiveram uns filhos, não sabembem porquê nem com quem, e que os veem de vez em quando, sendo que são unseternos desconhecidos uns dos outros. A nossa realidade é diferente, não temnada a ver com isso.

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