Nas Bancas

José Eduardo Sampaio e Florbela Bem: Um casal em sintonia

Os empresários passaram uma manhã no espaço Arriba Casa do Marquês, no Guincho, e posaram ao lado dos filhos de José Eduardo, Miguel e Gonçalo.

Marta Mesquita
5 de outubro de 2013, 14:00

JoséEduardo Sampaio, de 58anos, continua a ser conhecido por muitos como ex-jogador do Sporting ecomentador despor­tivo. Contudo, o antigo futebolista é também, há mais de 20anos, um empresário de sucesso que lidera o Grupo Casa do Marquês, uma empresa de referência na área do catering,organização e produção de eventos.
A seu lado nesta aventura profissional o empresário tem a mulher, FlorbelaBem, e os filhos, Gonçalo, de 31 anos, e Miguel, de 33, quenasceram de outra relação. O casal tem ainda uma filha de oito anos, Judite.
Tendo o mar e a paisagem do Guincho no horizonte, a CARAS conversou com osquatro empresários no espaço Arriba Casa do Marquês sobre o desafio de seremsimultaneamente familiares e colegas de trabalho.
– Estamos num espaço inserido na paisagem única do Guincho. Qual é a vossarelação com este lugar?
Florbela Bem – Adoramos este espaço. Conseguimos vir para aqui edescansar. Estou a trabalhar, mas a relaxar ao mesmo tempo.
José Eduardo Sampaio – Num destes domingos, vim para aqui, estavacansadíssimo e adormeci numa espreguiçadeira. Isto é mesmo um spot e aténas folgas vimos para cá. Quando estamos aqui, somos transportados para umaatmosfera única. Temos de mostrar que o nosso país tem sítios maravilhosos,como este, aqui no Guincho.
– O Grupo Casa do Marquês é mesmo um projeto familiar. Tem sido fáciltrabalharem uns com os outros?
Florbela – Este foi sempre um projeto familiar e trabalhar em famíliatem vantagens e desvantagens. Às vezes há excesso de confiança, o que não ajudamuito, mas também conseguimos agilizar mais as coisas. Nós somos muitoorganizados e quando temos um dia livre, conse­guimos não falar de trabalho. Eno fundo, se pensarmos bem, é ótimo termos alguém que continue o trabalho que iniciámos.
José Eduardo – Não misturo as coisas. Eu e a Florbela não levamos otrabalho para casa. É uma questão de organização e planeamento.
– O que é que vos apaixonou nesta área do catering e organização deeventos?
– Preparei toda a minha vida desportiva para ser treinador, mas às tantassurgiu a oportunidade de começar a trabalhar nesta área, comecei e fui ficando.E hoje temos uma empresa líder em Portugal. Dá-me muito gozo ver que os meusfilhos querem continuar a trabalhar neste projeto. Tenho imenso orgulho neles.São honestos e competentes e penso que passamos essa imagem para os nossosclientes. Para nós os compromissos são mesmo para cumprir.
– E para o Gonçalo e o Miguel como é que tem sido ter o pai como patrão?
Gonçalo – É bom e é mau, mas na maior parte das vezes é bom. Temos umaótima relação e isso reflete-se também no trabalho. Mesmo quando hádivergências, conseguimos resolvê-las sempre. Nós crescemos dentro desteprojeto. Vivi a minha infância entre tachos e panelas e isso dá-nos uma experiênciaque não aprendemos na universidade. Desde pequenos que sentimos tudo isto comonosso.
Miguel – É divertido e animado. Temos muitas ideias que são semprediscutidas com carinho e amor. O meu pai ajudou-nos a crescer na diversidade. Éuma área profissional muito absorvente e para trabalharmos nisto temos mesmo degostar.
José Eduardo – Entre nós há uma coisa fundamental: amor. Sou‘pai-galinha’ e sei que às vezes sou chato. Tenho uma enorme paixão pelos meustrês filhos. E por isso, quando temos algumas zangas, conseguimos rapidamenteultrapassá-las porque há amor. E é fantástico ver a extraordinária relação quea Florbela tem com o Miguel e o Gonçalo. Há um grande equilíbrio entre nós.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras