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Miguel Albuquerque vive dias felizes em família no Algarve

O presidente da Câmara do Funchal divertiu-se com a mulher, Sofia, e os filhos mais novos.

Andreia Cardinali
21 de setembro de 2013, 12:00

Apaixonado pela vida epela família que tem vindo a construir, Miguel Albuquerque, presidenteda Câmara Municipal do Funchal, prepara-se para deixar este cargo e dedicar-seao seu trabalho como consultor e gestor. A apoiá-lo, como sempre, o autarcamadeirense tem a companheira, Sofia Fernandes, com quem namora há quatroanos, o filho de ambos, Afonso, de três anos, e os filhos nascidos deanteriores relações, Alexandra, de 21, Sara, de 19, Martim,de 16 e Isabel, de 11.
Foi durante as férias passadas no Algarve com Sofia e os filhos mais novos queMiguel falou sobre a fase que se aproxima, mas também sobre a forma como sesente feliz junto dos seus.
– Parte das vossas férias de verão são habitualmente passadas aqui, na Praiados Salgados...
Miguel Albuquerque – Sim, sempre gostei muito do Algarve e o meu pai, nosanos 60, chegou a trabalhar aqui. O Algarve tem um clima maravilhoso, aspessoas são muito simpáticas e esta é uma zona com um grande potencial.
– Está de férias com os seus três filhos mais novos, mas o Martim não veio àpraia...
Pois, ele foi sair ontem à noite e hoje ficou a dormir [risos]. É ótimoestar em família e estas férias são-lhes totalmente dedicadas a eles.
– Dos seus cinco filhos, o Afonso é o que ainda precisa de mais atenção. Quetipo de criança é?
Ele é muito esperto e fala muito bem. Gosto muito de estar com oAfonso, pois é um miúdo muito vivo e simpático e isso é muito engraçado. Tem umespírito subversivo, como eu gosto, é muito parecido comigo.
– E como é que é a relação dele com os irmãos?
É ótima, felizmente dão-se todos muito bem.
– É um pai diferente com o Afonso do que foi para os outros?
Nunca consegui dar-lhes o acompanhamento que queria, devido à minha vidaprofissional. Tenho desde sempre uma disponibilidade reduzida, mas hoje em diajá lido melhor com isso do que há uns anos.
– Agora que se prepara para abandonar a Câmara do Fun­chal, não terá maistempo?
Acho que vou ter ainda menos. Deixo a câmara a 29 de setembro e depoisvou dedicar-me ao meu trabalho como consultor e gestor, o que implica, pelomenos no início, mais horas e mais dedicação. Vamos a ver...
– Mas não vai abandonar a política...
Não, tenho alguns planos, como candidatar-me à liderança do PSD nopróximo ano, e depois, se ganhar, é possível que me candidate ao GovernoRegional.
– E gostava de ter mais filhos?
A Sofia quer, mas esta fase de transição não é a indicada. Agora tereide estabilizar a minha vida, mas como é óbvio, ter mais filhos não está postode parte.
– É importante ter alguém a seu lado que apoie as suas decisões?
Muito, e a Sofia já está habituada. Temos uma vida muito intensa do pontode vista social e ela apoia-me em tudo. A vida política também tem o seu ‘quê’de constrangedor e é preciso ter um perfil psicológico positivo para aguentaros revezes. E ela tem-no.

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