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Carolina Patrocínio garante: “A distância é algo a que eu e o Gonçalo estamos muito habituados”

Apesar da alteração do seu estado civil, já que se casou com Gonçalo Uva em julho, a apresentadora garante que ainda não sente qualquer mudança na sua vida pessoal.

Redação CARAS
14 de setembro de 2013, 14:00

Um mês depois de se tercasado com o jogador de râguebi Gonçalo Uva, Carolina Patrocíniointerrompeu as suas férias no Algarve para uma visita à loja da Swatch – marcada qual é uma das embaixadoras – no Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Aocasião serviu para que a apresentadora nos contasse como é gerir um casamentocom algumas temporadas à distância, já que Gonçalo se encontra em Narbonne, França,onde joga.
– É uma das embaixadoras desta marca há vários anos. Só dá a cara porprojetos em que acredita?
Carolina Patrocínio – A minha relação com a Swatch já vem desde ostempos do DisneyKids, o que me deixa muito contente. É uma marca que meviu crescer tanto a nível pessoal como profissional. Hoje em dia, são raras asparcerias entre uma marca e uma figura pública que se podem orgulhar destalongevidade. Obviamente, só faz sentido ser assim quando nos identificamos eacreditamos a cem por cento no projeto.
– O relógio, nesta fase da sua vida, em permanente ponte aérea entre Françae Lisboa, deve ser obrigatório...
– Sim, mas sempre foi. Tenho uma vida verdadeiramente cro­nometrada paraconseguir conciliar a minha disponibilidade com a agenda desportiva do Gon­çalo.São muitas horas passadas à frente dos calendários a estudar as melhores opçõespara as minhas viagens, estadas e voos para França. A vida de um atletaprofissional implica muito tempo longe de casa, entre estágios, jogos fora como clube e, no caso do Gonçalo, também com a seleção.
– Como correu o seu primeiro mês e meio de casada?
So far... so good! [risos]. Mui­to honestamente, admito que ainda muito poucomudou. Não me sinto na posição de ditar sentenças sobre um casamento.
– Apesar de já estar habituada a ter o Gonçalo longe, agora que estãocasados deve ser mais difícil...
Não tem sido difícil, porque a distância é algo a que estamos muitohabituados. Foi desta forma que a nossa relação começou, cresceu e evoluiu, jálá vão cinco anos. Ambos temos feitios muito fáceis e até parecidos em algunsaspetos. Somos pessoas bastante descomplicadas e práticas no que toca a viver odia-a-dia e a fazer planos consoante as oportunidades que surgem. Nuncadramatizei o facto de não poder ver o meu namorado quando queria, por issotambém não o faria agora, estando casada. Não somos de fazer ‘cobranças’ dessetipo.
– Quando vai a França, nas alturas em que o Gonçalo está em treinos e jogos,como é que se ocupa?
Quando estou em França faço a vida de qualquer outra mulher de jogadorprofissional. Cuido da casa, dos cães, acompanho os jogos do Gonçalo, saio comas minhas amigas (namoradas dos outros jogadores). Tenho mais tempo para mim,porque passo alguns dias sozinha, pois às vezes os jogos são longe para ir ver.E nas folgas do campeonato francês aproveitamos para passear e conhecer ascidades vizinhas no sul de França. Felizmente, viajamos muito!

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