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Judite de Sousa: “Sempre tive uma vida difícil, considero-me uma sobrevivente”

A CARAS encontrou a jornalista com a mãe, Isabel Fernanda, no lançamento da fotobiografia de Álvaro Cunhal, no Auditório da Escola Secundária de Camões, em Lisboa, onde nos confirmou o divórcio.

Redação CARAS
9 de setembro de 2013, 15:00

Apesar de não querer entrar em pormenores, Judite de Sousa confirmou que está divorciada de Fernando Seara desde julho passado. A diretora-adjunta de Informação da TVI disse à CARAS que se considera “uma sobrevivente”.
– Está a atravessar uma fase menos boa da sua vida, devido ao divórcio e às críticas que recebeu pela entrevista que fez a Lorenzo Carvalho. Deve sentir-se um bocadinho saturada e cansada...
– Não estou, faz parte. Estou bem. Já disse o que tinha a dizer em relação à entrevista. It’s all business. A nossa vida profissional é uma vida muito exigente, que nos expõe de uma forma extraordinariamente cruel... Como em todas as profissões, há momentos bons e momentos maus, naquele dia eu não estava num dia feliz, estava num dia marcante do ponto de vista pessoal e, como qualquer ser humano, tudo aquilo que tenha a ver com a nossa dimensão pessoal acaba por, inevitavelmente, se refletir na nossa dimensão profissional. Portanto, o meu trabalho tem de ser visto à luz daquele que é o comportamento de qualquer ser humano, seja ele jornalista, médico, operário, engenheiro...
– Como é que está a dar a volta por cima?
– Sempre tive uma vida muito difícil. Tenho uma carreira construída a pulso, comecei a trabalhar com 18 anos. Com 19 estava a trabalhar na China. Fui operada em Hong Kong e estava lá sozinha... Portanto, sou uma pessoa que tem o músculo suficiente para enfrentar todas as adversidades, sejam elas de natureza profissional ou pessoal. Considero-me uma sobrevivente. E aquilo que eu sou é conhecido das pessoas há 34 anos e espero estar aqui mais 34.
– É verdade que está divorciada desde julho, como noticiou uma revista apresentando documentos da Conservatória de Lisboa?
– Não quero falar sobre questões de natureza privada, faz parte do meu perfil, faz parte da minha maneira de estar na profissão. Falo sobre todas as coisas que têm a ver com a minha dimensão profissional enquanto jornalista... Agora, quem sou eu para desmentir documentos da Conservatória de Lisboa?

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