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Alicia Koplowitz, a multimilionária que terá conquistado Miguel Pais do Amaral

O patrão da TVI e do grupo Leya, terá conhecido a espanhola Alicia Koplowitz, uma das mulheres mais ricas do mundo, em caçadas. A relação já durará há mais de um ano e o conde de Alferrarede já terá apresentado aos amigos a marquesa de Bellavista como sua namorada.

Redação CARAS
6 de setembro de 2013, 16:14

Separado desde 2010 de Maria da Luz Lagos do Amaral Cabral, com quem esteve casado 27 anos e teve duas filhas, Assunção e Carolina, o empresário português Miguel Pais do Amaral, de 59 anos, manterá há mais de um ano uma relação amorosa com a multimilionária espanhola Alicia Koplowitz, de 58. A notícia foi avançada pela revista Flash, na edição de 24 de agosto, e diz que os dois aristocratas – ele é conde de Alferrarede e herdeiro do título de conde de Anadia, ela é marquesa de Bellavista e do Real Socorro – se conheceram em caçadas e que o patrão da TVI e do grupo editorial Leya já terá apresentado Alicia como sua namorada a alguns amigos.
Considerada uma das mulheres mais ricas do mundo – com uma fortuna estimada em 2,5 mil milhões de euros, em março último ocupava o número 589 na lista dos mais ricos da revista Forbes, mas em 2003 chegou a estar no 329.º lugar – a marquesa de Bellavista está divorciada desde 1991 de Alberto Cortina Alcocer, pai dos seus três filhos, Alberto, Pedro e Pelayo, e desde então norteou a sua vida amorosa por uma grande discrição. Apesar de lhe terem sido atribuídos vários romances – entre eles com um ex-presidente do BBV, um ex-chefe da Casa do Rei e o filho mais velho da duquesa de Alba, Carlos Martinez de Irujo, duque de Huéscar –, só um foi oficial, com Gonzalo Muñoz, dono da Expomueble.
Filha de Ernst Koplowitz Sternberg, um alemão de origem judaica que fugiu do regime nazi e se refugiou em Espanha no final dos anos 30, e de uma aristocrata espanhola, Esther Romero de Juseu y Armenteros, Alicia ficou sem pai aos oito anos e sem mãe aos 16. Ela e a irmã, Esther, dois anos mais velha, eram por isso muito jovens quando herdaram a empresa de construção fundada pelo pai, que nessa altura tinha já um volume de negócios muito razoável. Tendo-se casado as duas muito cedo, as irmãs Koplowitz entregaram a gestão da empresa aos maridos, mas quando descobriram que eles as traíam, ambas se divorciaram no mesmo ano.
Nos anos seguintes, Alicia e Esther (que é hoje casada com Fernando Falcó, marquês de Cubas) asseguraram a presidência da empresa em regime de rotatividade, até que, em 1997, Alicia vendeu a sua quota à irmã, com a qual esteve de relações quase cortadas durante algum tempo. Entretanto, aplicou os 821 milhões de euros que recebeu numa empresa de investimentos de risco, a Omega Capital, mas também em negócios imobiliários e hoteleiros, entre muitos outros (nomeadamente a portuguesa Brisa) e em apenas cinco anos triplicou a sua fortuna. Uma boa parte do seu dinheiro tem revertido para o mecenato, com a criação das fundações
Vida y Esperanza e Alicia Koplowitz.
Ele próprio com interesses empresariais diversos (das finanças aos vinhos, da edição de livros à comunicação social, da energia às tecnologias de informação), Pais do Amaral, que em 2012 era o administrador de mais sociedades em Portugal – 73 –, não se deixará certamente impressionar com a riqueza da espanhola.

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