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Marisa Cruz fala de Pedro Moreira: “Sinto-me feliz, acompanhada, acarinhada… não posso pedir mais”

a apresentadora esteve com o namorado, o hoquista Pedro Moreira, na festa da ‘Maxim’ no BLounge e comentou as notícias que a dão como uma ‘destruidora de lares’.

Redação CARAS
26 de agosto de 2013, 11:15

Desde que começou a namorar com o hoquista Pedro Moreira, há três meses, Ma­risa Cruz tem visto a sua vida amorosa exposta nas páginas da imprensa. Chamada de ‘destruidora de lares’ – já que, segundo algumas publicações, a manequim poderá ter sido a causadora da separação do hoquista e da mulher, meses depois de terem sido pais – e acusada de ter um comportamento adolescente, devido aos gestos de carinho partilhados em público, a apresentadora vive agora uma fase mais “serena, segura e tranquila”.
Foi durante o jantar da Maxim, revista da qual foi capa este mês, no BLounge, em Vilamoura, que Marisa falou à CARAS sobre todas estas questões.
– A Maxim volta a fazer parte do seu percurso profissional...
Marisa Cruz – Sim! E foi com a primeira edição da revista, há uns 15 anos, em que também fui capa, que passei a ter mais projeção.
– Passado tantos anos, como se sente por continuar a fazer capas de revistas masculinas...
Na verdade, hoje em dia sinto-me muito bem e com menos inseguranças do que quando tinha 20 anos. Sinto-me mais serena, segura e tranquila. Tenho aprendido a cuidar de mim e tento que haja um equilíbrio na minha vida. Mas o tempo também passa por mim, o fundamental é sabermos estar em todas as idades e é isso que tenho tentado fazer.
– A verdade é que se tem demonstrado uma mulher diferente. Sente isso?
Diferente não, esta sou eu. E se calhar já não o era há algum tempo. Sinto-me mais próxima daquilo que sou.
– Estar apaixonada ajuda?
Estar bem acompanhada ajuda. Sinto-me feliz, acompanhada, acarinhada... não posso pedir mais.
– Há pouco menos de um mês a imprensa tratou-a por ‘adolescente apaixonada’. Lida bem com isso?
Já deveria estar habituada a esse tipo de notícias, porque via com outras pessoas, mas nunca me tinha acontecido. Realmente é preciso ter algum cuidado, pois neste meio tem de se aparentar um certo tipo de imagem, que cai bem às outras pessoas... e eu tenho sido eu, não direi finalmente, mas quase! Sou profissional, boa mãe, boa amiga, e acho que não tenho de ser o que os outros querem que eu seja. Fico triste com algumas notícias, mas não vou deixar que isso abale a minha felicidade.
– As crianças, na escola, podem ser cruéis, e acredito que para os seus filhos [João e Diogo, nascidos do casamento com João Pinto] não seja fácil...
É verdade, isso acontece mesmo. Felizmente, eles agora estão de férias. Esse é o mal de serem filhos de uma figura pública. Tento que eles se protejam e defendam, mas eles estão muito bem acompanhados.
– E não se incomoda com a expressão ‘destruidora de lares’?
Incomoda, porque não é verdade, mas não posso fazer nada. As pessoas não me conhecem verdadeiramente e estou sujeita a este tipo de comentários. É triste, mas tenho de me aguentar. É a vida...

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