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Matthew McConaughey: “Ser pai e ter pedido a minha mulher em casamento marcou a minha vida”

O ator protagoniza o filme 'Mud', que estrea a 30 de agosto em Espanha (ainda não há data de estreia para Portugal), e deu uma entrevista à 'Hola!'.

Redação CARAS
20 de agosto de 2013, 18:11

Matthew McConaughey falou do seu mais recente papel no filme Mud e do papel de pai - de  Levi, de quase cinco anos, Vida, de três, e Livingston, de sete meses - e marido de Camila Alves à  revista Hola.
Este é um filme sobre experiências que mudam a nossa vida. Já teve alguma assim?
-
Tenho tido muitas, como por exemplo, os assuntos do coração. Creio que todos podemos recordar a primeira vez que nos apaixonámos e que nos partiram o coração e como isso nos muda. Estive assim durante meses e não queria voltar a ter os pés na terra. Não há melhor droga que essa. A minha vida também mudou aos 18 anos quando acabei a escola e fiz um ano de intercâmbio na Austrália. E tive outro momento desses quando fui pai e perguntei à minha mulher se queria casar-se comigo. Fazer o pedido e esperar que ela respondesse que sim. Isos é um grande experiência.
Pôs-se de joelhos?
- Sim, foi tudo muito romântico e ela disse que sim.
Gostaria de conservar a sua inocência?
- Creio que quando amadurecemos deixamos de ter ilusões. Mas acho que conservar alguma inocência é algo saudável para toda a gente. Eu tento mantê-la, é algo que os meus filhos me recordam todos os dias, porque eles vêem tudo pela primeira vez, todos os dias. As crianças recordam-nos que memso que estejamos no memso caminho 100 vezes, é sempre novo para eles. Isso é muito saudável e muito bom para este trabalho.
E isso é o melhor de ser pai?

- São muitas coisas. A paternidade é maravilhosa. Cuidar dos três filhos a quem demos vida, isso é o melhor.
Apesar de ser pai não tem feito filmes que os seus filhos possam ver...
- Sim. Acho que vão ficar em choque depois de me ver a fazer estes papéis que tenho feito ultimamente. Mas também estou a escrever um guião para um conto de fadas e ser pai inspirou-me.
Disse uma vez que se tivesse de escolher uma morte seria ser comido por um animal. Isso é verdade?
- Sim (risos), prefiro fazer parte da cadeia alimentar do que morrer num acidente de viação.

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