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Lili Caneças reage às acusações feitas por Jô Caneças

Jô Caneças foi à SIC fazer algumas acusações a Lili Caneças, que reage agora, única e exclusivamente, diz, para defender o nome dos filhos. “O meu ex-marido sempre teve o maior orgulho em que eu usasse o apelido dele”, afirma Lili.

Marta Mesquita
30 de julho de 2013, 16:00

Na semana passada, Jô Caneças esteve no programa da SIC Querida Júlia e mostrou publicamente o seu desagrado por Lili Caneças já estar divorciada de Álvaro Caneças há mais de 30 anos e continuar a usar o apelido do ex-marido. Na ocasião, a atual mulher do empresário referiu ainda que João e Rita, filhos de Álvaro e de Lili, “não trabalham e ganham mesada”, dizendo ainda que “vivem à custa do pai”.
Durante a apresentação da nova marca de Ana Salazar, Ana by Herself, no Farol Hotel, em Cascais, Lili Caneças foi confrontada pela CARAS com algumas destas acusações e reagiu mostrando, como diz, o seu lado de “mãe leoa.”
– Viu a intervenção da Jô Caneças no programa Querida Júlia?
Lili Caneças
– Não vi nada.
– Mas sabe que falaram sobre si e os seus filhos... Não tem curiosidade de ver?
– Não conheço a senhora de lado nenhum e, portanto, não tenho curiosidade de ver.
– A Jô diz que os seus filhos não trabalham e que ainda hoje recebem dinheiro do pai. O que tem a dizer sobre isto?
– Só estou a falar porque são coisas que envolvem os meus filhos e eu sou uma mãe leoa! Não ataquem os meus filhos, porque aí parto para processo-crime! Os meus filhos adoram o pai e trabalham com ele: o João é arquiteto, a Rita tem dois cursos e ajuda o pai na decoração. A minha má relação com o meu ex-marido não tem nada a ver com os meus filhos. Sempre que falo com eles é para pôr o meu ex-marido nos píncaros.
– Então, nunca incentivou os seus filhos a não falarem com a Jô?
– Eu?! Quando estou com os meus filhos é para falarmos de coisas bonitas, de viagens, dos meus netos... Não tenho a mínima influência em relação à vida dos meus filhos. Quando amamos os nossos filhos não os pomos contra ninguém. Acredito que cá se fazem, cá se pagam, e que colhemos aquilo que semeamos. E estou com a minha consciência muito tranquila. Explicar o que é ser mãe a uma pessoa que não tem filhos é explicar a al­guém que não acredita em Deus o que é ter fé! Pelos meus filhos dou a vida! Sou uma pessoa apaziguadora, que evita conflitos, portanto, os meus conselhos em relação aos meus filhos foram sempre no sentido oposto. Até porque sou loira, mas não sou burra, e sei que os meus filhos seriam os principais prejudicados com essa atitude. Até poderiam ser deserdados!
– A Jô disse também que há alguns anos os seus filhos ofereceram-lhe um carro e, uma vez que eles não trabalham, o carro teria sido comprado com o dinheiro do Álvaro...
– Os meus filhos nunca me deram carro nenhum ou dinheiro. O meu carro foi comprado com o meu dinheiro e isso é fácil de provar. Os meus filhos não têm dinheiro para me dar e eu jamais aceitaria! Eu sempre trabalhei! Comecei a trabalhar aos 19 anos, na TAP, estive casada durante 17 anos, o que revelou ser um trabalho árduo, porque me dediquei totalmente à educação dos meus filhos. Uma pessoa sem educação é uma pessoa sem história e que vive à custa da história dos outros. E a educação dos meus filhos foi sempre uma prioridade para mim.
– Considera o Álvaro um bom pai?
– O meu ex-marido é um ótimo pai! O que me custou imenso foi viver toda aquela altura da minha separação. Passei um horror e há coisas que não se esquecem!
– Mas não fica magoada por saber que disseram coisas pouco simpáticas sobre si?
– Não me magoou nada. Só me posso magoar com as coisas que as pessoas de quem gosto dizem! Eu tenho filhos, netos, irmãos, sobrinhos, tenho uma família enorme e isso é que importa.
– E por que razão continua a usar o apelido Caneças?
– Quando me separei, tentei voltar a usar o meu nome de solteira, Maria Alice de Carvalho Monteiro. Mas era conhecida como Lili Caneças e assim fiquei. E se o meu ex-marido nunca se importou que usasse o nome Caneças, muito pelo contrário, sempre teve o maior orgulho em que usasse o apelido dele, não percebo a relevância que se dá a essa questão. E como não voltei a casar-me... o nome ficou. E acho que a senhora até deveria dar graças a Deus, porque se eu tivesse conseguido que me chamassem Maria Alice Carvalho Monteiro ninguém sabia quem ela é. Mas não quero alimentar polémicas nem reagir a provocações.

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