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Jô Caneças acusa Lili: “Ela não deixa o meu marido em paz”

Há 30 anos que Jô ouve acusações de Lili Caneças ao ex-marido, Álvaro Caneças. Cansada, a mulher do empresário decidiu reagir, revelando que este sempre ajudou os filhos e os netos, e que ainda hoje paga o condomínio da casa onde Lili mora.

Redação CARAS
30 de julho de 2013, 15:00

Jô Caneçasgarante que, quando entrouna vida de Álvaro Caneças, em 1984, já ele estava divorciado de LiliCaneças há dois anos. Por isso, não entende porque é que ainda hoje a soliciatefaz questão de mencionar o nome do ex-marido nas entrevistas que dá, tal comovoltou a acontecer recentemente. “Já estão divorciados há mais de 30 anos,caramba! Ela não deixa o meu marido em paz e eu vejo o que ele sofre com tudoisto”, desabafou Jô quando a CARAS foi ao seu encontro em Lisboa, ondeestava a tratar de uma série de assuntos, nomeadamente a escolha de novasfardas para as empregadas. Neste encontro, Jô voltou a referir que, apesar deestar com o empresário da construção civil e do ramo imobiliário há 30 anos, arelação com os filhos do marido, Rita e João – hoje com 43 e 46anos – nunca foi fácil. “O João ainda me cumprimenta, a Rita nunca me falou”,assegura.
– Os filhos da Lili nunca lhe disseram porque é que não lhe falavam?
Jô Caneças – Não. O meu marido tinha desgosto que eles não me falassem,porque passavam por mim e parecia que eu era invisível, nem bom dia nem boatarde, nada. O João – que viveu em nossa casa até aos 42 anos – podia estar nasala a falar com o pai, mas se eu chegasse ele levantava-se e ia para o quarto.O meu marido sofria com isso, como é normal. Agora, se eles não entendem que seestamos juntos ao fim de todos estes anos é porque ele gosta de mim e eu gostodele...
– Acha que tinham ciúmes?
– Não faço ideia.
– Quando entrou na vida do Álvaro, ele já estava divorciado da Lili...
– Já. De início, eu até poderia compreender que não fossem com a minha cara...
– Era uma pessoa com mau feitio?
– Era muito pior! Que não me pisassem os calos, como aliás ainda não deixo quefaçam. Se calhar, eles pensavam que podiam dar-me a volta, deviam estarensinados para me fazerem muito mal, para ver se eu desistia do casamento, masengaram-se, sou uma transmontana que sabe bem o que quer. Ao princípio, talvezpensassem que os pais ainda poderiam fazer as pazes, mas depois de tantos anosjá sabem que é impossível isso acontecer. Eu ainda pedi uma trégua à Rita, masela não aceitou. Daí para cá deixei de fazer natais em casa, porque não soucriada de ninguém.
– Magoava-a chegar à altura do Natal e estar cada um virado para seu lado,sem haver espírito de família?
– Estávamos juntos, mas a Rita nunca me dirigiu a palavra, nem brindava comigo.Quando há festas em nossa casa com muita gente eu nem ligo, mas no Natal é umatristeza. Eu fazia tudo, porque nessa altura os empregados tinham ido para assuas casas, e eu era a criada deles. Eles não mexiam um dedo e não me falavam,nem sequer para me desejarem Boas Festas. O meu marido já lhes fez ver váriasvezes que gosta de mim e que realmente é feliz comigo, mas eles não entendem.Agora, pergunto eu: que mal é que eu fiz a esta gente? Nasci como ela nasceu evou morrer como ela morrer, como toda a gente morre... Quando conheci o meumarido, eu já tinha casa própria, em Lisboa, tinha carro, e quando me apeteciacomer marisco e gastar dez contos, gastava. Não era uma zé-ninguém.
– Já afirmou, aliás, que se arrepende de não ter tido filhos para provar oseu amor pelo Álvaro?
– Arrependo-me imenso. Não tive filhos para mostrar às pessoas que não estava adar o golpe do baú e que não queria engravidar para prender o meu marido e,afinal de contas, não valeu de nada, quem ficou prejudicada fui eu.
Como é que aguenta 30 anos a viver assim?
– E nem sabem nem um terço do que eu passei naquela casa! Se eu fosse a contar,meu Deus do céu...
– Mas porquê falar disto tudo agora?
– Porque me aborrece ler entrevistas em que ela diz que a filha passou fomeapós o divórcio. É completamente mentira. A filha teve tudo o que quis! E essasenhora, em vez de falar mal da vida dos outros como fala, e da vida doex-marido, podia falar bem. Porque ainda hoje o meu marido paga o condomínio dacasa onde ela vive, que não é barato. E ela diz que está mal?
– A casa onde a Lili vive é de quem?
– A casa era para ter sido posta em nome dela, mas quando foi o divórcio oÁlvaro foi avisado à última hora e ainda teve oportunidade de a pôr em nome dosfilhos com usufruto dela.

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