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Rita Andrade: “Sou mais escrava da saúde do que da balança”

Em Rimini, Itália, a apresentadora, de 31 anos, falou das suas três paixões: do filho, Gustavo, de três anos, do trabalho no ‘Fama Show’ e do curso de Ciências de Nutrição

Cláudia Alegria
20 de julho de 2013, 16:00

Foi na cidade italiana de Rimini, famoso destino balnear na região do mar Adriático, que marcámos encontro com Rita Andrade. Re­cém-separada do médico Pedro Rodri­gues, com quem namorou um ano e meio, a apresentadora, de 31 anos, assegura estar a viver uma fase feliz, dedi­cando-se às suas três paixões: o filho, Gustavo, de três anos – que nasceu do seu casamento com Nuno Ramos –, o seu trabalho no programa da SIC Fama Show e ainda o curso de Ciências da Nutrição.
– O que é acha que levou ao fim da sua relação com o Pedro?
Rita Andrade –
A esse respeito, a única coisa que vou dizer é que confirmo que terminámos o nosso namoro. Não vou tecer mais comentários acerca do assunto.
– É a segunda vez que tem de reorganizar a sua vida a nível sentimental. Continua a acreditar no amor?
Amor sinto pelo meu filho, eterno e imenso. Quanto a relações sentimentais, não sendo futuróloga nem tendo bola de cristal, não sei o que o futuro me reserva. Sei que estou muito bem assim, numa fase muito feliz da minha vida!
– Ter desistido do programa ‘Splash!’ foi uma decisão difícil de tomar? Foi frustrante?
Fiquei triste por não ter saltado, porque tinha treinado e era um desafio que queria superar... Mas a nível de saúde, com uma contratura dorsolom­bar e uma microfractura na vértebra, que fiz após um salto de cabeça de três metros, seria prejudicial e pouco prudente fazer o salto.
– É a primeira vez que vem a Rimini?
Sim. Conheci outras cidades italianas quando era assistente de bordo na TAP, mas esta é a primeira vez que vejo este mar. É uma cidade muito bonita.
– Chegou a fazer o InterRail na sua juventude?
Sim, aos 18 anos. Comecei em Bruges, na Bélgica, e segui por vários países até chegar a Itália, onde  passei por Milão, Florença, Veneza e Pisa. Foi uma experiência fantástica, que durou 18 dias, mas Itália teve um sabor diferente do que tem agora. Na altura era uma descoberta total, agora já conheço melhor o país e cada vez acho que a vida é melhor cá. É impossível resistir às tentações gastronómicas italianas! Enquanto se está à mesa é fantástico, mas quando se chega a Portugal, e se tem de vestir o biquíni...
– Sente essa pressão de manter o corpo o mais perto possível da perfeição, uma vez que trabalha com a imagem em televisão?
Já disse algumas vezes que, se trabalhasse na rádio, não teria a mesma pressão. Se sinto essa pressão? Poderia sentir mais, porque a verdade é que como de tudo. Tenho uma alimentação saudável no geral, mas não resisto a nada. Não resisto a um chocolate, a um risoto ou a uma sobremesa. Sou mesmo um bom garfo.
– Tem tudo a ver com quantidades?
Sim, e com hábitos alimentares que vêm desde criança. Sempre comi sopa e fruta à refeição. Ao pequeno-almoço não consigo comer ovos ou fritos, por isso é sempre saudável: iogurte, cereais, fruta. Gosto mesmo de fruta e de bifes grelhados com arroz branco. Também herdei uma boa genética da minha mãe, que é magra, e sei que se ingerisse as calorias que ingiro sem ter o benefício de ter um metabolismo rápido e eficaz, tinha que ter mais cuidado. Claro que, no verão, tenho mais cuidado,  porque tenho tendência a ganhar uns quilinhos a mais no inverno. Quando começo a pensar que vou vestir o biquíni, a pressão aumenta...
– Mas não é escrava da balança?
Não, sou mais escrava da saúde. Gosto muito mais de fazer desporto e de fazer uma boa alimentação em termos nutritivos do que de deixar de comer hidratos de carbono, por exemplo, que pode provocar falhas a nível orgânico muito graves. Prefiro ter mais um quilo ou dois do que cometer essas loucuras. Nunca fui de dietas restritivas.
– Porque decidiu inscrever-se no curso de Ciências de Nutrição? Por curiosidade ou porque viu nele uma saída profissional?
A única saída profissional que tenho em mente é a de apresentadora e repórter de televisão. É a profissão que amo e que me preenche. O que vi neste curso foi uma outra paixão. Uma coisa não anula a outra. Não quer dizer que queira desempenhar funções profissionais, mas pode ser uma mais-valia para o meu bem-estar e a minha saúde, assim como poderei usar esses conhecimentos para sensibilizar outras pessoas no sentido de terem um comportamento alimentar saudável.
– Teve, certamente, que abdicar do ‘seu’ tempo para poder conciliar o trabalho com o curso?
Sim. Não é fácil essa gestão de tempo. Dizem que  quem corre por gosto não cansa. É mentira! Eu canso-me, mas corro por gosto e, portanto, não paro de correr, não desisto. Há dias em que é uma gestão mais difícil, outros menos.
– Qual o seu maior sonho?
Fazer com que o Gustavo cresça saudável e feliz. Um sonho material é ter a possibilidade de construir uma casa à minha medida.
– Como é que seria uma casa à sua medida?
Tinha que ter um jardim para o Gustavo brincar, muito sol e luz, perto da praia. Enfim, é o sonho de muita gente, não é? Mas gostava. Não ligo nada a grandes carros nem a televisões ‘XPTO’. Gosto de ter conforto no lar... Pode-se ter uma casa, mas não se compra um lar, e isso eu já tenho em qualquer sítio do mundo, com o Gustavo. Mas se pudesse comprar uma casa e fazer dela o nosso lar, perfeito!

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