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Michael Douglas desmente que tenha dito que o seu cancro foi causado pela prática de sexo oral

O assessor do ator garante que este falou de forma geral e não da sua doença em particular.

Redação CARAS
4 de junho de 2013, 10:58

Um porta-voz de Michael Douglas desmentiu estasegunda-feira, dia 3, que o ator tenha afirmado que sexo oral tinha estado naorigem do seu cancro na garganta. “OMichael nunca disse que a [prática de] cunnilingus era a causa do seu cancro”, afirmou Allen Burry em declarações à agência noticiosa AFP, em resposta à notícia do jornal britânico The Guardian, que citava declarações domarido de Catherine Zeta-Jones. [Ele] falou de cunnilingus, porque ocunnilingus é a causa presumível dealguns cancros da garganta, como os médicos sublinharam no artigo. Mas nãodisse que era a causa específica do seu cancro", adiantou.
Durante a entrevista ao The Guardian,o ator, de 68 anos - que atualmente veste a pele de um pianista gay no mais recente filme de Steven Soderbergh, A Minha Vida com Liberace (BehindThe Candelabra) - referiu que a sua doença não tinha sido provocada peloexcesso de bebida ou tabaco, a causa mais comum, mas sim por uma doençasexualmente transmissível. “Sem entrar emdetalhes, este cancro muito específico é causado pelo vírus do papiloma humano(HPV) e vem [da prática] decunnilingus”, disse o ator, terminando a sua frase com uma gargalhada. "Eu estava preocupado em saber se aspreocupações causadas pela detenção do meu filho não tinham contribuído paracausar o cancro, mas não, deveu-se a uma doença sexualmente transmissível",avançou ainda Michael Douglas, cujo filho mais velho, Cameron, está a cumprir uma pena de dez anos de prisão por posse etráfico de droga.

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