Nas Bancas

Maria Cerqueira Gomes e Gonçalo Gomes: “Estamos numa fase ótima!”

A apresentadora de televisão e o piloto de automóveis apaixonaram-se muito jovens, mas o tempo tem vindo a cimentar a relação da qual já nasceu Francisca, de dez anos.

Joana Brandão
2 de junho de 2013, 16:00

Pais de Francisca, de dez anos, Maria Cerqueira Gomes e Gonçalo Gomes têm uma bonita história de amor e, apesar da juventude, têm também a maturidade para lutarem pelo que querem e, juntos, vingarem como família. Com 29 e 37 anos, respetivamente, a apresentadora do Porto Canal e o piloto de automóveis atravessam um excelente momento como casal e, hoje, têm a certeza de que deram o passo certo ao voltarem atrás na sua separação, que durou três anos.
Divertido e de bem com a vida, o casal conversou com a CARAS sobre a vida a dois, a filha e os novos projetos profissionais.
– Está há seis anos no Porto Canal, onde é um dos rostos mais mediáticos. Que novos desafios lhe têm surgido?
Maria Cerqueira Gomes – Es­tou muito feliz com o meu percurso no Porto Canal e creio que a aposta que a direção tem feito em mim é sinal de que também estão satisfeitos com o meu trabalho. Como aconteceu com o Grandes Conversas, o programa que estreei com o Júlio Magalhães no final do ano, e do qual fiquei responsável desde então. Semanalmente, converso com uma figura nacional de relevo, nas mais diferentes áreas, e tem sido muito interessante. Além disso, continuo com o meu Porto Alive, que se mantém de pedra e cal na grelha, agora entre as 18h30 e as 20h00. É um programa diário e direto que, cinco anos depois, é considerado âncora do canal.
– Gonçalo, a Maria fala sempre com tanto entusiasmo do trabalho?
Gonçalo Gomes – É assim todos os dias! Sempre que chega a casa traz novidades e fala com entusiasmo sobre tudo. Para a Maria, fazer televisão é uma paixão. E o que a faz feliz a ela, também me faz a mim.
– É um espectador crítico do trabalho dela?
– Tento ser. Mais do que elogiar, o que faço natural­mente sem que ela me peça, também tenho uma voz crítica sempre que ela precisa.
Maria – O Gonçalo é mais ponderado do que eu e, por vezes, questiona-me sobre o que digo espontaneamente. A mim, o que me entra pelos olhos sai-me pe­la boca!
Gonçalo – Ela tem um jeito natural para isto, sem dúvida por  ser espontânea. Sou espectador assíduo do Porto Alive e, embora nem sempre os temas sejam do meu interesse, fico agarrado pela maneira de ser e estar da Maria.
A Francisca já se habituou a ver a mãe na televisão? E gosta?
Maria – Adora, mas prefere a parte da produção. Ela gosta de ir comigo para o estúdio e acompanhar o trabalho de bastidores. É, cada vez mais, uma grande companheira... um anjo!
Gonçalo – A Francisca é extremamente adulta, talvez porque se rela­cione muito com os tios mais velhos. Deixá-la em casa quando temos saídas não é uma hipótese, porque ela é uma excelente companhia.
Ela tinha cinco anos quan­do vocês se juntaram de novo, depois de três anos separados. Ela ressente-se desse período?
– Nem ela fala sobre o assunto nem nós fazemos questão de voltar a isso. Certamente que se lembra, porque ambos tivemos outras pessoas, mas acho que lidámos bem com o assunto. As pessoas têm a capacidade de arrumar as más memórias. Lembro-me mais do antes e do depois da separação do que do durante. E estamos numa fase ótima!

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras