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Michael Jackson

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Nome de Michael Jackson continua ligado a casos de abuso sexual de menores

Um coreógrafo apresentou queixa por uma alegada violação sofrida em criança.

Redação CARAS
10 de maio de 2013, 18:00

O coreógrafo Wade Robson, conhecido por ter trabalhado com estrelas como Pink, Britney Spears e ‘N Sync, apresentou uma queixa contra os gestores da fortuna de Michael Jackson, alegando que deve ser indemnizado por ter sido violado pelo artista quando ainda era criança. O bailarino terá precisado que os abusos sexuais ocorreram em Neverland, a famosa propriedade do ‘rei da pop’ em Santa Barbara, Califórnia.
Howard Weitzman, advogado dos herdeiros de Michael Jackson, referiu-se a esta denúncia como uma “patética mentira”. “Esse sujeito testemunhou por diversas vezes nos últimos 20 anos e disse em numerosas entrevistas que nunca tinha sido violado por Jackson e que o cantor nunca tinha tido gestos menos próprios. E agora, quase quatro anos depois da morte de Michael, é triste ver que procura ganhar dinheiro com uma denúncia sem credibilidade”, adiantou o representante legal da família do artista.
Recorde-se que Wade Robson tesmunhou a favor de Michael Jackson em 2005 e negou qualquer abuso por parte do artista. Ao longo dos anos foram várias as homenagens que o coreógrafo fez ao intérprete de Thriller e quando este morreu afirmou: “Michael Jackson mudou o mundo e também mudou a minha vida para sempre. É graças a ele que danço, que faço música e foi também ele que me ensinou a acreditar na bondade da espécie humana”.

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