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Anna Westerlund: “Hoje em dia exige-se muito das mulheres”

A ceramista foi com os filhos, Emma, de oito anos, Max, de três, e Mia, de seis, conhecer a coleção Calvin Klein Watches & Jewelry pensada para o Dia da Mãe, no espaço Montes Claros, em Lisboa.

Redação CARAS
5 de maio de 2013, 10:00

Para Anna Westerlund,ser mãe de Emma, Mia e Max, de oito, seis e três anos,respetivamente, é a sua “profissão principal”. A empresária e mulher doator Pedro Lima confessa que “não é fácil gerir tudo” e que, porvezes, só lhe apetece fugir e gritar: “Não é fácil, ainda estou a percebercomo se gere tudo bem. O que sei é que exige muita ginástica e organização, eeu ainda estou a aprender a ser organizada, mas cada vez estou mais. Érealmente exigente. Hoje em dia exige-se muito das mulheres nesse sentido, e eusinto essa pressão, de não falhar em nada, e há dias em que só dá vontade degritar. Mas vale a pena, é maravilhoso. Eles procuram muito o mimo da mãe. Masnão me acho uma super mãe, isso será quem se levanta às seis horas da manhã,apanha os transportes, deixa os filhos na creche e vai trabalhar. Eu tenhoajudas. Considero-me uma mini super mãe [risos].”
Ainda assim, a ceramista não põe de parte a ideia de ter mais filhos, como noscontou no lançamento da coleção da Calvin Klein Watches & Jewelry pensadapara o Dia da Mãe: “Às vezes ima­gino-me a ter mais um filho. Mas tambémgosto de os ver crescer e aproveitar cada fase deles. E eu e o Pedro,honestamente, não pensamos ter mais um filho nesta altura.”

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