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Exposição de Joana Vasconcelos leva personalidades ao Palácio da Ajuda

“Esta exposição é um grito de alegria, modernidade e sobretudo otimismo. É para ser vista com um sorriso.” (Herman José)

Redação CARAS
30 de março de 2013, 11:00

Depois de ter exposto assuas obras no Palácio de Versalhes, em Paris, Joana Vasconcelos ‘invadiu’o Palácio da Ajuda, em Lisboa, com 37 obras criadas na última década e conquistoutodos os presentes no dia da inauguração da exposição. “Para mim é umagrande honra estar neste palácio. Depois de Versalhes, ter a possibilidade deestar no meu país e na minha cidade a apresentar as minhas obras, num localcomo este, é muito importante e é um momento carregado de simbolismo. Ter apossibilidade de mostrar aos portugueses e a todos os que visitam Lisboa que aarte contemporânea pode integrar o património e mostrá-lo de uma formadiferente, é muito proveitoso”, explicou a artista plástica.
Igualmente satisfeita com esta parceria e até emocionada estava IsabelSilveira Godinho, conservadora do Palácio da Ajuda: “Esta é a últimaexposição do meu ciclo de vida neste palácio. Foi um privilégio trabalhar aqui32 anos e partir para um novo ciclo de vida com uma exposição que, estou certa,irá dar muita vida a este palácio, onde tanta obra fui realizando com a ajudade tantos amigos aqui presentes. Julgo que este projeto, realizado num curtoespaço de tempo, ficará como um marco na vida deste antigo Paço Real.”
Amiga da artista e conhecedora das suas obras, Maria Cavaco Silva ficoufascinada com a exposição: “A Joana é um grande exemplo do que se faz emPortugal. Tenho um gosto enorme em ter a exposição da Joana aqui no Palácio daAjuda e sei que ela tem um gosto especial por expor aqui. Gosto muito dotrabalho da Joana e das suas peças. Há uma que para mim tem um sentimentoespecial, pois assisti ao seu nascimento, que é a de tapeçaria, já que fui euque fui com ela às tapeçarias de Portalegre.”
O banqueiro Fernando Ulrich é outro fã do trabalho de Joana e depois deter assistido à exposição da artista em Paris, não poderia faltar à de Lisboa. “Achoque a Joana tem uma imaginação, criatividade e espírito de iniciativalouváveis. É um exemplo para todos nós. Tive a sorte de passar em Paris durantea exposição de Versalhes, que fui ver, e confesso que quase chorei de emoção aover uma portuguesa com uma presença tão extraordinária naquele local. Estaexposição está linda e penso que vai trazer muita gente ao palá­cio”, disseo presidente executivo do BPI.
Herman José tem sido um grande apoiante da carreira de Joana desde o seuinício e também esteve presente nesta ocasião. “Sou suspeito, porque gostobastante da Joana, mas acho esta exposição um grande grito de alegria,modernidade e sobretudo de otimismo. É para ser vista com um sorriso.”
Diana de Cadaval também esteve presente, juntamente com a mãe, Claudinede Cadaval, e declarou: “Achei a exposição muito bonita e acho que estemomento é muito importante para todos nós. Termos o privilégio de receber aJoana em Lisboa depois de Paris, é uma maravilha para o nosso país. Adoro todasas peças da Joana e acho que o seu mundo e criatividade são inexplicáveis.Gosto realmente de todas as obras.”
A exposição, organizada pelo Palácio Nacional da Ajuda, monumento tutelado pelaDire­ção-Geral do Património Cul­tural (DGPC), e pela empre­sa organizadora deeventos Everything is New, ficará patente até 25 de agosto.

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