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Manoel de Oliveira recebe aplausos no 70.º aniversário do seu ‘Aniki Bóbó’

“Não costumo ver os meus filmes. Quando termino um começo logo a pensar no próximo”, disse o realizador que foi homenageado por Mário Dorminsky e Beatriz Pacheco Pereira.

Redação CARAS
16 de março de 2013, 13:00

Manoel de Oliveira reapa­receu em público pouco mais de um mês depois de ter tido alta hospitalar. Já recuperado da gripe que o obrigou ao internamento, o realizador, de 104 anos, foi aplaudido por centenas de pessoas no dia em que Aniki Bóbó foi exibido no Fantasporto, 70 anos após a estreia. “Obrigado pelos vossos aplausos, fico muito comovido. Curiosamente, quando este filme estreou, em 1943, foi mal acolhido pela crítica e retirado das salas por falta de público. Mas hoje é o mais popular de todos os meus filmes, o que me deixa extremamente sensibilizado”, afirmou  Manoel, que fez questão de assistir à sessão, no Rivoli. “Não costumo ver os meus filmes. Quando termino um começo logo a pensar no próximo, mas hoje era um dia especial”, acrescentou, referindo que o próximo filme já está escrito, falta só o financia­mento. Sobre o regresso ao traba­lho, o realizador afirmou: “Estou morto por voltar a filmar”.

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