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Cláudia Vieira: “Daqui a dez anos vejo-me com mais filhos e o Pedro ao meu lado”

A CARAS acompanhou o ‘making of’ da campanha. Os cuidados e atenção com o cabelo da atriz e apresentadora, para que tudo estivesse perfeito eram constantes. No fim, Cláudia Vieira ficou satisfeita com a nova cor de cabelo.

Inês Mestre
23 de fevereiro de 2013, 16:00

CláudiaVieira gosta de cuidar desi e tem alguns rituais de beleza que não dispensa. O facto de ter umaprofissão que a expõe obriga-a a ter alguns cuidados com o corpo e o cabelo. Efoi precisamente com a cor do cabelo que a atriz e apresentadora decidiubrincar um pouco, aceitando o convite da L’Oréal Paris para ser a cara do novotom da linha de coloração Excellence Creme, o Caramelo Gula. A CARAS acompanhouo making of da campanha e esteve à conversa com Cláudia.
Como se sente com esta nova cor de cabelo?
Cláudia Vieira – De início achei um pouco forte, mas agora gosto muito.Esta é a primeira vez que estou a usar um tom no meu cabelo, e é uma mudançavisível, o que é interessante. Além disso, assenta bem à minha pele, parece quedá mais luz ao olhar e ao rosto. Estou muito satisfeita.
O seu marido e a sua filha gostaram?
– O Pedro gostou bastante, disse que eu continuo linda, que estou semprelinda. A Maria tem uma brincadeira, que é dizer que a mãe é muito linda, e fezisso quando me viu pela primeira vez com este tom, por isso, calculo que tenhagostado.
Esta cor tem um nome su­gestivo, Caramelo Gula...
– Assenta-me que nem uma luva! Não só porque adoro caramelo, mas tambémporque a gula é um dos meus pecados! É um nome brincalhão e giro, com o qual meidentifico totalmente.
Mudando um pouco de assunto: em novembro passado esteve no Brasil sema Maria e o Pedro. Como foram essas férias?
– Souberam-me muito bem pois deram para descansar. Mas serviram também parapreparar algumas coisas. Gostava muito de fazer formação lá fora e levar aMaria comigo e fui ao Rio de Janeiro tratar disso.
As saudades foram muitas?
– Muitas, mesmo! Foram mais de duas semanas e achava que não ia aguentarnem mais um dia!
Calculo que também tenha sido agradável ter tempo para si...
– Sim, durante aqueles dias eu não fui figura pública, nem mulher, nem mãe.Tive tempo para mim, para estar com amigos, conhecer pessoas, socializar. Foimuito bom.
Tendo uma profissão tão instável, nunca pensou emigrar?
– É certo que a minha profissão é altamente instável, no entanto, sinto-mesegura em Portugal. Penso muitas vezes em ir para fora, mas para procurar novasexperiências, pois a minha profissão vive disso. Gostava de fazer formação noestrangeiro, como já disse, mas nunca pensei ir dois ou três anos trabalharpara fora. Sinto que ain­da tenho muito para fazer cá. E ia ter muitadificuldade em estar afastada da minha família, porque sou bastante agarrada aeles.
Preocupa-se com o futuro?
– Sim, bastante, acho que é inevitável. Vejo muitas coisas à nossa volta, ea nossa vida a mudar e temos de estar conscientes dessa mudança.
Onde se vê daqui a dez anos?
– Com muitos mais projetos fei­tos, muito mais confiante, com mais filhos ecom o Pedro ao meu lado.

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