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Bradley Cooper: Charme, humor e mistério

O ator, de 38 anos, revela que a nomeação para os Óscares transformou a sua vida numa loucura.

Redação CARAS
12 de fevereiro de 2013, 14:00

Da sua infância em Abington, na Pensilvânia, Bradley Cooper recorda as sessões de cinema proporcionadas pelo pai, americano de ascendência irlandesa e cinéfilo, que conseguiu despertar o interesse do filho pela sétima arte ao apresentar-lhe O Homem-Elefante, a história de um ser humano com deformações no corpo que David Lynch deu a conhecer em 1980. Bradley tinha então 12 anos e nesse dia decidiu que queria ser ator.
Formou-se na Actors Studio, uma prestigiada escola de formação de atores em Nova Iorque, e participou numa dúzia de filmes até se tornar conhecido do grande público com a comédia A Ressaca, uma saga cujo terceiro episódio está ainda por estrear. O reconhecimento dos mais exigentes críticos de cinema, porém, só acontece com Guia Para um Final Feliz, uma comédia romântica que estreou recentemente em Portugal e na qual Bradley dá vida a Pat Solitano, portador de um distúrbio bipolar que tenta reconstruir a sua vida. Nomeado para oito Óscares, entre os quais o de Melhor Ator, este filme marcará uma viragem na carreira de Bradley Cooper, independentemente de ganhar ou não a tão ambicionada estatueta dourada no dia 24 de fevereiro.
A seu lado nesse dia tão especial o ator já revelou que vai estar a mãe, Gloria. “Uma noite, quando comecei a trabalhar como ator, a minha mãe disse-me: ‘Se algum dia fores nomea­do, eu serei a tua acompanhante’”, contou Bradley que desta forma não só realiza um sonho antigo da mãe como evita ter que falar de relacionamentos amorosos. Tornado público o fim seu namoro com Zoë Saldanha no início deste ano, o ator vê-se agora confrontado com diversos rumores que lhe apontam novas relações, nomeadamente com Jennifer Lawrence, com quem contracena neste filme e que, por sinal, também terminou um relacionamento de dois anos, com Nicholas Hoult.
Uma coisa é certa: Bradley tem-se esforçado por manter a sua vida pessoal longe de olhares públicos. Esse mistério, defende, dá maior credibilidade ao seu trabalho: “Quanto mais souberem acerca da nossa vida pessoal, menos vão acreditar nas personagens que interpretamos.”

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