Nas Bancas

Isabel Figueira fala sobre a gravidez e o noivado

Noiva e grávida de seis meses do segundo filho, o primeiro em comum com o empresário João Sotto Mayor, a apresentadora vive, como confessou à CARAS, a fase mais feliz da sua vida e sente que neste momento tem tudo aquilo que merece.

Cristiana Rodrigues
10 de fevereiro de 2013, 16:00

É fácil perceber que Isabel Figueira está feliz. Nota-se nas palavras, comprova-se no olhar. E mesmo com a energia que lhe é natural e a gargalhada contagiante, também se vê que está mais serena. A isso deve-se o facto de estar a viver um amor de bases sólidas com o empresário João Sotto Mayor, de quem vai ter o primeiro filho em comum, Francisco Maria, que deverá nascer em abril. Neste encontro com a CARAS, Isabel partilhou a felicidade de ter sido surpreendida com um pedido de casamento durante uma viagem romântica a Veneza em novembro. Revelou ainda que gostaria de voltar a casar-se pela igreja e como tem preparado o filho, Rodri­go, de seis anos, que nasceu do seu casamento com o futebolista César Peixoto, para a chegada do irmão.
– Como está a viver esta fase?
Isabel Figueira –
A vida tem momentos altos e baixos e é muito bom aprendermos algumas coisas quando a vida não nos corre bem para no futuro tentarmos não errar de novo. Com base nisso, tenho sido muito feliz e atravesso uma fase de felicidade plena.
– Está completamente dedi­cada à família?
Sim, fiz uma paragem para me dedicar a mim, à minha família, e especialmente à minha gravidez. É uma fase muito positiva em que volto a ser mãe, que é maravilhoso, e espero com muita calma, mas também com alguma ansiedade o momento em que vou ver o Francisco Maria pela primeira vez.
– Alguma vez pensou que voltaria a ter um filho?
Nunca perdi a esperança, porque adoro ser mãe. Vivi a primeira gravidez com muita intensidade e ter um filho tornou-me muito mais completa. Tudo passou a fazer mais sentido. Qualquer mulher que é mãe se torna uma mulher diferente e isso agradeço muito ao Rodrigo, que é maravilhoso.
– Está a ser uma vivência muito diferente da primeira...
Sim, muito. A primeira gravidez acaba por ser uma aventura. Agora é tudo mais controlado, já sei quais são os próximos passos. É, de facto, uma gravidez mais tranquila, mais madura, mais confiante. A ansiedade de querer conhecer o bebé, de o ter nos meus braços é que é a mesma e aumenta ao longo do tempo...
– Quan­do soube que era um rapaz ficou de alguma forma desiludida?
Tenho muitos enjoos e tive algumas borbulhas, por isso achava que seria uma rapariga, o que de alguma forma nos agradava. Mas no dia em que soubemos que era mais um rapaz ficámos muito felizes, até porque vimos o entusiasmo do Rodrigo e do João Maria [filho de uma anterior relação de João Sotto Mayor], que ficaram muito contentes por ser um irmão. E vou ser uma privilegiada, pois vou ser mimada por eles todos. [risos]
– O Rodrigo teve uma irmã do lado do pai há quase um ano  e agora vai ter outro irmão. Ele lida bem com estas novidades?
Acho que há uns pequenos ciúmes, normais, mas tem reagido bem. Sempre tive o cuidado de o preparar. Agora, por exemplo, explico-lhe que a ajuda dele vai ser muito importante, e tento que ele não se sinta à parte mas sim que participe neste momento.
– Reparei que tem um anel muito bonito. É de noivado?
[risos] Tenho dois! Um marca o início do nosso namoro, o outro também foi o que o João me ofereceu, quando me pediu em casamento...
– Estava à espera?
Não! Sei que para o João pedir alguém em casamento teria de ser uma pessoa muito especial. Não que eu não me sentisse especial, mas não estava à espera que fosse agora. Estamos a viver a minha gravidez, é um filho muito desejado por ambos, e foi uma grande alegria, mesmo. Sinto um João muito diferente, muito mais feliz e alegre do que quando o conheci...
– Foi um momento romântico?
No meu aniversário, em outubro, o João ofereceu-me uma viagem a Veneza que fizemos um mês depois. Inesperada­mente, numa gôndola, ele perguntou-me o que é que me faltava para ser feliz, porque quer fazer-me a mulher mais feliz do mundo  o que eu acho maravilhoso, pois uma união é isto mesmo, quando as pessoas se preocupam uma com a outra – e eu disse-lhe estava na fase mais feliz da minha vida e só me faltava casar. Foi quando ele me surpreendeu com um anel maravilhoso. Fiquei muito comovida. Agradeço-lhe por ele me fazer feliz e por me fazer sentir especial.
– Faz sentido voltar a casar-se?
Sim, para mim faz.
– Mesmo tendo passado por um casamento que correu mal?
Senti isso durante muito tempo, acho que até encontrar o João. Senti que ele era a pessoa certa, que cuidava de mim, que não me iria magoar como me fizeram. Depois, ele estava numa fase em que também queria encontrar alguém, para construir família. Completamo-nos e penso que estamos no caminho certo. Nunca sabemos o dia de amanhã, mas temos todos os ingredientes para ser felizes.
– Lamenta não poder voltar a casar-se pela igreja?
Lamento! Já pensei em várias coisas... Há várias cerimónias que se podem fazer e não é totalmente impossível voltar a casar-me pela igreja. O meu ex-marido também encontrou uma companheira e certamente quererá refazer a vida também nesse sentido, por isso, com o tempo, e com o respeito que temos pelas pessoas que passaram na nossa vida, iremos pensar numa solução. Gostava muito de ter uma cerimónia religiosa com o João, porque sinto que faz sentido.
– Quando existem filhos, a anulação de um casamento pode ser uma decisão difícil de tomar...
Depende... Ainda nem pensei nisso. Queremos aproveitar o nosso noivado e se não for possível voltar a casar-me pela igreja, há muitas cerimónias que podemos fazer e ter a bênção de um padre...
– Sendo a família do João con­servadora, como encararam a relação dele com uma figura mediática?
Eles não avaliam por aí, só se preocupam em saber se o João está feliz, se o faço feliz. Notam que ele mudou, tal como eu mudei muito, também. Sentem que fazemos bem um ao outro e não há família no mundo que não goste disso.
– Hoje, à distância, acha que foi precipitada quando se casou a primeira vez?
Tudo o que fiz na minha vida fiz porque quis, tive vontade e fui feliz com as minhas escolhas. Não me arrependo de nada. Vivo o presente, não vivo ligada ao passado nem quero muito saber do futuro. Neste momento estou grávida de um homem maravilhoso que me ama e que me respeita, tenho um filho que é a coisa mais importante da minha vida, uns pais fantásticos, o melhor irmão do mundo, tenho saúde... Não podia ser mais feliz. Sinto que tenho tudo aquilo que mereço.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras