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Andreia Santos afirma: “Gosto verdadeiramente do Vítor [Baía]”

Na primeira entrevista após ter assumido publicamente o namoro com Vítor Baía, a nutricionista dá a conhecer o seu percurso profissional e fala sobre a relação com o ex-futebolista.

Joana Brandão
26 de janeiro de 2013, 10:00

Andreia Santos conquistou o ex-futebolista Vítor Baía e, aos 28 anos, é o grande apoio deste numa fase menos boa da sua vida, marcada por alegados problemas financeiros e uma separação problemática. Expressiva, comunicativa, simpática e otimista, a nutricionista exibe um sorriso permanente. Profissionalmente bem sucedida, foi uma das melhores alunas do curso de Nutrição da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, tendo obtido 20 valores na defesa da sua tese. Natural de Barcelos, mudou-se para o Porto aos 18 anos, para estudar, e foi na Invicta que se tornou independente.
Desde 2007 que Andreia se tem destacado num mundo de homens, primeiro como nutricionista do Leixões Sport Club, depois no râ­guebi do CDUP, e desde 2010 na Federação Portuguesa de Ténis. Semanalmente, dá ainda consultas em clínicas privadas no Porto e em Barcelos, e assina uma rubrica sema­nal no programa Praça da Alegria.
Há sete meses ao lado de Vítor Baía, a jovem nutricionista dá a sua primeira entrevista à CARAS, onde fala abertamente sobre a sua relação com o ex-internacional e os filhos deste – Diogo, de 19 anos, e Beatriz, de 14, fruto do seu primeiro casamento, com Alexandra Almeida; e Afonso, de cinco anos, fruto da relação com Elisabete Carvalho. Serena, Andreia mostra-se preparada para o que der e vier, certa do que sente pelo empresário.
Como tem lidado com o mediatismo que se gerou à sua volta depois de ter sido conhecida a relação com o Vítor Baía?
Andreia Santos – Tenho tenta­do adaptar-me a tudo com naturalidade, e se calhar ainda não me consciencializei do mediatismo de que fala. Sete meses depois, ainda não mudei nada na minha vida. Quanto ao assédio dos media, confesso que estou à vontade. Posar para uma fotografia não é pior que estar em frente a uma câmara de televisão a falar em direto para milhares de pessoas. E na televisão tenho de acrescentar à imagem conteúdo e um discurso coerente, portanto, sinto muito mais pressão no meu trabalho. Além disso, como dou aulas e faço palestras, já estou habituada a ser observada.
– Esta exposição repercutiu-se na sua profissão?
– No imediato não, como disse, nada mudou na minha vida. É ver­dade que por vezes as pessoas me reconhecem na rua e, pelo facto de saberem que sou nutricionista, colocam-me algumas questões, mas tudo o que consegui é fruto do meu trabalho. Desde que fui estagiar para o Leixões, em 2007 – e onde vi o meu trabalho ser reconhecido pela equipa técnica apesar de o meu professor de estágio me ter avisado que dificilmente seria respeitada no mundo do futebol –, sou solicitada para entrevistas porque é pouco comum haver mulheres no futebol, ou nutricionistas nos clubes. Curiosamente, o primeiro convite que recebi veio do programa Praça da Alegria e, como correu bem, sempre que precisavam da minha opinião sobre algum assunto convidavam-me para ir ao programa. E agora faço uma rubrica semanal.
– Sei que o desporto faz parte da sua vida para lá da profissão...
– Sim. Quando comecei a trabalhar, percebi que as pessoas ligadas ao desporto são mais bem dispostas. Decidi inscrever-me num ginásio e tomei-lhe o gosto. Agora treino todos os dias.
Como descreve a sua relação com o Vítor?
Acima de tudo somos amigos, ele confia em mim e gosta de me ter por perto porque não deixo que ninguém lhe faça mal. A nossa relação cresceu devagar e o que nos une é muito forte, especial. Sei que o estou a ajudar e sou importante para ele, um apoio nesta fase mais delicada que atravessa. Sempre lhe disse para não lamentar nada do que lhe aconteceu na vida, porque tudo faz parte da aprendizagem. É importante acreditarmos que as coisas vão correr bem. Ele tem um coração muito bom e acredita nas pessoas, por isso lhe passam tantas ‘rasteiras’. Ele não vê maldade nas pessoas e sofre com isso. Juntos, estamos a construir uma relação forte e estou a ajudar o Vítor a viver a vida de outra forma, dando valor às coisas simples. Às vezes é preciso ir ao fundo para voltar a nascer e as pessoas que gostam dele estão a ajudá-lo a renascer.
– A Andreia parece ter também uma relação harmoniosa com os três filhos do Vítor.
– O Diogo e a Beatriz já estão crescidos e percebem tudo, mas sempre foram calados. Lembro-me de ter a idade deles e sei o que pen­sam, por isso sempre con­versámos muito, sobre todos os as­suntos, e a empatia foi imediata. Eles sabem que eu e o pai nos damos muito bem, passam muito tempo connosco e temos realmente uma relação muito harmoniosa. O Afonso, como é o mais pequenino, precisa de atenção redobrada do Vítor, mas é querido comigo, superinteligente e perspicaz. Gosto muito dos três e, claro, quero o melhor para eles porque gosto verdadeiramente do Vítor.

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