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Adelaide Ferreira quer recuperar a guarda da filha Luana

A jovem encontra-se num centro educativo, sob a responsabilidade das autoridades brasileiras.

Redação CARAS
25 de janeiro de 2013, 17:38

Desdeque chegou ao Brasil, onde a filha Luanase encontra internada num centro educativo por decisão das autoridades locais,por ter praticado um aborto, AdelaideFerreira, que é suspeita de cumplicidade, está a tentar recuperar a guardada jovem. De acordo com os dois advogados contratados pela cantora paradefender filha, de 15 anos, a decisão de proceder ao internamento foi tomada nopassado dia 4 quando a jovem ainda não tinha o seu tutor legal no país, mas queagora já não se justifica, uma vez que a mãe está perto dela. O pedido pararecuperar a guarda de Luana foi apresentado esta sexta-feira, dia 25, adianta osite brasileiro Gazeta Digital.
Entretanto, a imprensa local adianta que o Ministério Público de Mato Grosso, estadoonde o aborto é ilegal, propõe que a jovem faça serviço comunitário, o que, a confirmar-se,a obrigará a permanecer no Brasil durante pelo menos seis meses.

Recorde-se que o caso foi tornado público no passado sábado, dia 19, pelojornal A Gazeta, publicado no estado do Mato Grosso, onde o crimeterá sido praticado. De acordo com a publicação, os factos ocorreram no passadodia 4, quando a filha da artista deu entrada no Hospital Universitário JulioMuller, em Cuiabá, com hemorragias, depois de ter tomado medicamentos paraabortar comprados na internet por 50 dólares. Luana mantém uma relação com opai da criança, Jean Carlo de Lima Arruda, de 21 anos, há cerca de um. Ocasal terá mesmo chegado a morar na casa da jovem, em Cascais, mas em outubrodo ano passado os dois mudaram-se para Cuiabá, para a residência da mãe dojovem, Graziela Aparecida Torres de Lima, que é enfermeira no hospital onde a filha de Adelaide Ferreirafoi assistida.
Paulo Araújo, responsável pela investigação, referiu que a cantora tinhaa intenção de ocultar a gravidez da filha menor, a fim de evitar escândalos quepudessem prejudicar a sua carreira. “No princípio, a jovem negouqualquer participação de outra pessoa, inclusive ocultou que tinha namorado.Mas, com o decorrer da investigação, conseguimos comprovar que todos sabiam etodos participaram”, explicou.

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