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Grávida, Juliana Paes visita a Disney em família

O segundo aniversário do filho da atriz tornou-se um momento memorável ao ser comemorado na Disney, com o Mickey. Juliana já sabe que vai ter outro rapaz.

23 de janeiro de 2013, 11:00

Ver o filho, Pedro, de dois anos, cumprimentar as personagens no parque da Disney, em Orlando, ou dar gargalhadas durante uma voltinha no carrossel fez Juliana Paes, de 33 anos, cho­ramingar. “Ele ficou encantado, dizia ‘oi Mickey, tchau Mickey’, mandava beijos... E eu, ao vê-lo tão alegre, chorava como uma pateta”, contou ao lado do marido, o empresário Carlos Eduardo Baptista, de 34 anos. As emoções à flor da pele podem ser explicadas também por outra razão. A atriz, que conquistou o público português com o papel de Gabriela – a novela da SIC está agora na reta final –, está grávida de quase três meses, novamente de um menino. Muito feliz, a atriz já comentou que está bem, apesar de sentir os enjoos característicos desta fase.
Convidada do Walt Disney World Resort para a inauguração da New Fantasyland, Juliana di­vertiu-se nas novas atrações. Devido à gravidez, a família optou pelas diversões mais tranquilas, que são também as indicadas para a idade de Pedro. “Proporcionar esta alegria ao meu filho é indescritível”, comentou a atriz ao lado do marido, que trata carinhosamente por Dudu.
– Há algum segredo para manter o casamento em alta?
Juliana Paes – Vou usar um cliché: quando vemos que o nosso marido se tornou um pai excecional, voltamos a apaixonar-nos e a admiração aumenta. O Dudu é muito presente na vida do filho, preocupado, sensível, emotivo. Isso tudo encanta-me. Às vezes, quando o vejo chorar de emoção com as coisas que o Pedro faz ou diz, tenho vontade de o abraçar.
– O que mais destacaria nesta fase do seu filho?
– Ele sempre foi engraçado, sorridente, participativo. Mas, desde há uns dois ou três meses, passou a falar sem parar, está uma ‘matraca’. Com a viagem, então, até diz várias palavras em inglês. Ele ouvia-nos dizer “please” ou “breakfast” e agora farta-se de dizer: “pise, bequifaste.” Também conta até dez, é muito legal.
– O Pedro é um bom companheiro de viagem?
– Eu e o Dudu temos uma mentalidade bem aberta para isso. Aprendemos nas viagens. Os estrangeiros lidam de forma diferente com as crianças, são mais descontraídos. Vi pessoas a passear bebés de sete dias na Disney. A nossa primeira saída com o Pedro foi para Los Angeles, quando ele tinha cinco meses. Desde então, nunca mais deixámos de o levar. Só é necessário ter espírito para isso, porque é impossível respeitar todos os hábitos dele. Mas acho que isso acaba por criar defesas nas crianças e estimular o seu desenvolvimento. Ficam mais espertos.
– Percebe-se que gosta muito de viajar...
– Permite-me ser a Juliana mais ‘normal’. Fora do Brasil não me sinto o centro das atenções. Viajar é ser observadora, não a observa­da, e isso é bom. Um ator precisa desses momentos, qualquer pessoa, para nós, é matéria-prima e objeto de pesquisa.
– É conhecida pela simpatia. Se for preciso, zanga-se?
– É difícil. Sou uma pessoa impulsiva, por isso, faço de tudo para não entrar numa discussão, porque, se começar, não tem volta. Acontece pouco, mas quando fico muito irritada, penso, respiro e nunca tomo atitudes intempestivas. Aprendi com o tempo. Quando era jovem, não era assim e acabava sofrendo. Prefiro o lago sereno do que um mar de ondas.

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