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Elsa Gervásio: “Acima de tudo, sou uma mulher de família e adoro ser mãe”

A diretora da L’Agence conversou com a CARAS sobre as emoções que pautam a sua vida. Realizada profissional e emocionalmente, Elsa garante ser uma mulher feliz.

Marta Mesquita
20 de janeiro de 2013, 14:00

Elsa Gervásio, de 47 anos, garante que tem tudo o que precisa para ser uma mulher feliz: uma relação muito próxima e cúmplice com os filhos, Raquel, de 17 anos, e João, de 14 (do seu casamento com José Moutinho), uma rotina profissional como di­retora da L’Agence que a realiza e um namoro sólido com João Golegã Prazeres, o piloto da TAP de quem ficou noiva há quase um ano. Por isso, quando questionada sobre os sonhos que ainda quer realizar, Elsa responde: “Só quero que tudo se mantenha como está, não preciso de mais nada.”
– Pela maneira como posou nesta sessão fotográfica, vi que ainda conserva muito da atitude de manequim. Tem saudades dos tempos em que era modelo?
Elsa Gervásio
– Eu sou apaixonada pelo mundo da moda e sempre trabalhei neste meio, mas a minha vida profissional foi evoluindo e neste momento estou muito realizada como diretora da L’Agence. A moda é a minha vida e faz parte daquilo que sou.
– Tem 47 anos e nunca escon­deu a sua idade. O que faz para cuidar de si?
– Acho que tenho uma genética boa, não engordo com facilidade e não preciso de fazer dietas. Agora, obviamente sou mulher, gosto de tratar de mim e tenho cuidados diários. Sempre fiz desporto, que é algo que adoro fazer! Vou ao ginásio e faço caminhadas. Na clínica iCare, também faço as minhas massagens e os meus tratamentos para combater a flacidez e a celulite, o que também me ajuda a manter a boa forma. Tento manter-me saudável física e mentalmente.
– Lida bem com o passar dos anos? Sente que está a tempo de fazer tudo aquilo que deseja?
– Acho que ainda vou a tempo de fazer tudo aquilo que quero. Obviamente quando penso na idade que tenho, fico um bocadinho apoquentada, porque não sei se acompanharei os meus filhos durante toda a sua idade adulta. E quando penso nisso,  sinto-me um bocadinho mais triste. Mas quando tenho esse tipo de pensamentos, mudo logo de atitude! Acho que temos de ser otimistas e acreditar que as coisas vão correr bem.
– Além de ser uma pessoa otimista e que gosta de cuidar de si, que mais pode revelar sobre a sua personalidade?
– Acima de tudo, sou uma mu­lher de família e adoro ser mãe. Indepen­dentemente da minha carreira, ser mãe é de facto o meu papel principal. Adoro os meus filhos, que são maravilhosos. Gos­to das rotinas familiares e essa é a parte mais importante da minha vida. Para estar bem comigo, tenho de saber que os meus filhos também estão. Claro que a minha realização profissional também é muito importante. No que diz respeito à minha vida emocional, estou apaixonada. Tenho uma pessoa ao meu lado que me faz sentir muito bem. A idade também nos permite perceber o que gostamos, o que não gostamos e o que nos faz sentir bem. Sou uma mulher pragmática e tenho as minhas ideias muito bem definidas.
– Disse que está apaixona­da e já tem uma relação estável com João Golegã Prazeres há aproximadamente um ano e meio. Sente que encontrou a pessoa que a realiza emocional­mente?
– Penso que sim. Somos pessoas diferentes, mas temos gostos em comum e pensamos da mesma forma. Gostamos muito um do outro e isso é essencial para que uma relação resulte.
– Em março, assumiram publicamente que estão noivos. O casamento está para breve?
– [risos] Assumimos, mas ain­da não há nenhuma data para o casamento. Se calhar, continuaremos eternamente noivos! Neste momento, é tudo o que posso dizer. Não temos falado nisso. Estamos muito bem assim e não temos pressa para nos casarmos.
Tem sido desafiante para si ter dois filhos adolescentes?
– É uma nova realidade e eu também tive de me adaptar. Sei que eles têm de ter a sua independência e liberdade para correrem riscos e tomarem decisões, mas aceitar todas estas mudanças não foi fácil. Com compreensão e diálogo temos conseguido chegar a bom porto. Claro que há dias mais difíceis, mas eles sabem que têm uma mãe que os ama profundamente e que os apoia em tudo.
– O seu papel de mãe mudou depois de se ter separado do pai dos seus filhos?
– Não creio. Se calhar fiquei um bocadinho mais protetora e tentei colmatar uma falta que achei que eles poderiam eventualmente sentir. Mas eles são miúdos muito bem resolvidos.  Sempre fui uma mãe muito presente na vida dos meus filhos e isso mantém-se.

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