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Laura Figueiredo: “O meu pai será sempre o meu ídolo, o meu grande amor”

Aos 18 anos, Laura passou pela dor de perder o pai, mas hoje, aos 26, diz-se feliz. Nos últimos tempos, tem sido vista ao lado do cantor Mickael Carreira. Devido a esse alegado romance, o seu nome tem sido mais falado.

Cristiana Rodrigues
6 de janeiro de 2013, 10:00

Fez anúncios publicitários, deu vida a Marlene em Morangos com Açúcar e integrou o elenco de Lua Vermelha. Mais recentemente, a convite de Daniel Oliveira estreou-se na apresentação, integrando a equipa do Fama Show. Falamos de Laura Figueiredo, de 26 anos. Se o seu percurso já a tinha tornado conhecida do grande público, desde o verão passado, quando começou a aparecer regularmente ao lado do filho mais velho de Tony Carreira, Mickael, com quem se diz manter um romance, a sua vida passou a suscitar maior curiosidade. Quando a questionámos sobre esse alegado namoro, porém, preferiu deixar as perguntas sem resposta.
Mas voltemos atrás. Laura nasceu no Brasil, vindo para Portugal com a família aos três anos. Sendo a mais nova de quatro irmãos – o mais velho tem 49, o outro tem 44 e o mais novo 31 –, sempre foi tratada como uma princesa, embora confesse que também é muito protetora com eles. Aos 18 anos, a vida pregou-lhe a pior de todas as partidas: a morte do pai. Uma dor que nunca conseguiu ultrapassar. Um ano depois, decidiu ir viver sozinha. Para se autossustentar, deixou os estudos e começou, aos poucos, a conquistar a sua independência.
– Está numa fase feliz da sua vida?
Laura Figueiredo –
A mais feliz dos últimos anos...
– Tinha 18 anos quando o seu pai morreu. Que tipo de relação tinha com ele?
A minha relação com o meu pai sempre foi muito próxima. Além de meu ídolo, será sempre o meu grande amor.
– Mesmo quando sabemos que o desfecho pode não ser o melhor, nunca se está preparado para a morte...
Nunca se está preparado para a morte de quem amamos e, por mais anos que passem, a dor nunca desaparece.
– Aos 18 anos, vivemos as emoções ao extremo. Como é que se ultrapassa, onde é que se arranja forças para superar a perda de alguém que amamos?
Nunca se supera, mas aprendemos a viver com isso, um dia de cada vez, e com a saudade, que nunca passa.
– Os laços com a sua mãe ficaram mais estreitos depois da morte do seu pai?
Sempre tive uma relação próxima com a minha mãe e há de ser sempre assim.
– Saiu de casa com 19 anos.  Viver sozinha foi uma aventura da qual se arrependeu?
De todo! Tudo aquilo que enfrentei fez de mim a pessoa que sou hoje. A independência e as vicissitudes dessa condição fazem-nos mais fortes e prepa­ram-nos para o mundo.
– Sendo brasileira, escolheu Portugal. Não se arrepende?
É o país do meu pai, o país onde cresci e que considero meu, tanto ou mais que o Brasil, onde nasci. No entanto, com a atual situação económica, não posso pôr de parte a hipótese de ir para fora.
– Como é que chegou à repre­sentação?
Comecei por fazer trabalhos publicitários, para ganhar um dinheirinho extra, pois já vivia sozinha e trabalhava numa loja de relógios. Acabei por vingar no casting para uma das séries dos Morangos com Açúcar. A partir dessa experiência, começou a minha paixão pela representação.
– Entretanto, foi conhecendo o estrelato com a participação nos Morangos...
Foram a prova de que representar é realmente algo que me completa profissionalmente, é aquilo que me faz feliz, apesar das horas e horas de trabalho.
– E também participou na Lua Vermelha...
Foi maravilhoso! A minha personagem foi um bombom que a SP me ofereceu, ela era tudo o que se pode odiar numa miúda de 17 anos e foi um prazer interpretar e construir uma ‘má da fita’ logo no início do meu percurso profissional.
– Alguma vez pensou em estudar representação, aperfeiçoar técnicas?
É algo que está nos meus planos, provavelmente num futuro próximo. Tenho imensas saudades de representar e sinto que, com bases sólidas, estarei mais confortável para desfrutar ainda mais de um futuro trabalho.
– E como é que chegou à apresentação do Fama Show?
Se representar já foi uma surpresa, apresentar foi ainda mais! Não estava de todo à espe­ra, quando o Daniel Oliveira me lançou este desafio e me convidou para me juntar ao grupo de apresentadoras do Fama.
– Teve de prestar muitas provas?
Fiz um casting e acho que nunca me senti tão calma em nenhum casting como nesse dia. A proposta do Daniel era fazer a rubrica Sexo Forte, às três horas da tarde, em pleno agosto, na praia de Carcavelos. Estava uma multidão na praia e diverti-me imenso!
– Trabalhar num ambiente maioritariamente feminino é pacífico?
Sim, essa história de que as mulheres não se dão bem é mito.
– Na altura das suas participações como atriz, acabou por fazer algumas sessões fotográficas mais ousadas. Hoje faria o mesmo?
Na altura fizeram sentido.
– Lida bem com a sua imagem? Com o seu corpo?
Sim, muito bem. Tenho a sorte de gostar de fazer desporto e ter um ginásio muito perto de minha casa. Nós, mulheres, gostamos de pensar que tudo está perfeito.
– O que é que espera para 2013?
Essencialmente, que seja um ano de muito trabalho e com projetos novos. E espero, também, continuar a sentir-me tão feliz como sou agora.

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