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Margarida e Luís Suspiro: Um casal apaixonado pela vida no Ribatejo

A fazerem um ano de casados em janeiro, o ‘chef’ e a jornalista e empresária posaram no restaurante Condestável, que reabriu recentemente com um novo conceito, mais versátil e abrangente.

Marta Mesquita
5 de janeiro de 2013, 14:00

Luís Suspiro, de 57 anos, e Margarida Ferreirinha, de 48, casaram-se a 21 de janeiro de 2012. Poucos meses depois, a jornalista e empresária abraçou também um dos maiores sonhos do marido: dar uma nova vida ao restaurante Condestável, no Ribatejo, que esteve fechado durante quatro anos e reabriu recentemente com um novo conceito. “No meio do campo, bem perto de Lisboa e do Cartaxo, renovámos uma casa de campo ribatejana, redecorámos o restaurante Condestável e criámos um espaço onde esperamos proporcionar dias bem passados. Pode-se fumar, comer, dormir ou simplesmente ver o tempo passar. O meu Condestável não é restaurante, hotel, albergaria ou turismo de habitação. É só simplesmente a minha ‘casa”, explica Luís Suspiro no folheto informativo sobre o espaço.
Prestes a celebrarem um ano de casamento, Luís e Margarida Suspiro abriram as portas desta sua “casa” e partilharam os sonhos que têm em comum.
– Dar uma nova vida a este espaço era um sonho antigo...
Luís Suspiro
– Sim, mas antes era um projeto meu, que era um rapaz divorciado e sem compromissos. A partir do casamento, passou a ser um sonho vivido a dois. Queremos que as pessoas se sintam aqui como nós nos sentimos: em casa. É um espaço dedicado ao amor e à boa comida. Aqui respira-se paz e tranquilidade, sem pretensiosismo. Depois, decidimos que aqui não há preços. Até grupos de doze pessoas, cada um avalia quanto deve pagar pela experiência que aqui teve e dá aquilo que acha justo.
Margarida F. Suspiro – Como é um espaço em que se sente muito este espírito de amor e de família, também queremos realizar casamentos com muita qualidade, mas com preços acessíveis. Gostávamos que se vivessem aqui muitas histórias de amor. Queremos que o Condestável faça parte das memórias das pessoas.
– Estão a fazer um ano de casados. Adaptaram-se facilmente?
Luís Suspiro
– Sim. Tem sido um ano de muito amor, que exigiu, naturalmente, cedências e ajustamento de ambas as partes. No nosso casamento há muito respeito e compreensão, mas, acima de tudo, há muito amor.
Margarida – Já vamos fazer um ano! Costuma dizer-se que os primeiros meses são os mais difíceis, por causa da adaptação, mas eu não tenho nenhuma razão de queixa. É um casamento de pessoa maduras, o que nos ajuda a aceitar o outro tal como é. Já não estamos à espera de mudar a personalidade da pessoa que está connosco. Cada um é como é e seremos assim sempre.
– Sei que o chef é uma pessoa que vive de uma maneira muito profunda a sua fé e espiritualidade. Acredito que, por isso, o Natal seja uma época que viva com especial intensidade...
Luís Suspiro
– Todos os anos vou a pé a Fátima, normalmente entre o Natal e o Ano Novo. Depois da grave doença que tive há sete anos [cancro dos intestinos], cumpro esta minha promessa de peregrino. Este ano, o Natal vai ser passado aqui, com toda a nossa família. Vamos cá ficar três dias à mesa, ao pé das lareiras, a conviver.
Margarida – A minha família vem cá passar o Natal e penso que vai ser muito engraçado. Teremos é de chegar a um consenso em relação às refeições, porque a minha família é do norte e a cozinha do Luís é sulista. Já lhe disse que do bacalhau não abdico! [risos]

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