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A harmonia familiar de Pedro Pinto Coelho e Sofia Sampaio junto das filhas

O artista plástico e a empresária são pais de Carolina, de 11 anos, e Inês, de oito.

Inês Mestre
3 de janeiro de 2013, 10:34

Juntos há 12 anos, Pedro Pinto Coelho e Sofia Sampaio têm uma vida familiar harmoniosa ao lado das filhas, Carolina, de 11 anos, e Inês, de oito. A CARAS falou com o artista plástico e a proprietária da loja Pedra Lua acerca da aventura de serem pais.
– Como caracterizam a vossa relação com a Carolina e a Inês?
Pedro Pinto Coelho
– É uma relação bastante democrática, até certo ponto, claro. Mas tentamos explicar as razões de certas ordens.
Que tipo de crianças são elas?
– A Carolina é mais calminha, e a Inês é bastante ativa.
Sofia Sampaio – Sim, a Inês tem muita energia! São diferentes e há muita guerra entre elas, mas gostam muito uma da outra e isso é o mais importante.
O Pedro vive entre mulheres...
Pedro –
Psicologicamente, sou abusado pelas três mulheres lá de casa! [risos] Mas tento gerir a situação o melhor possível. Para mim, como pai, acho que as coisas vão ser mais difíceis quando elas crescerem. Nessa altura espero que a Sofia tome bem conta da situação.
São pais muito protetores?
– Demasiado. Hoje em dia há uma série de perigos que não havia antes, nomeadamente o que advém da utilização da Internet. Mas tentamos não exagerar.
A Carolina e a Inês já revelam algum gosto pelas artes, como o pai?
– As duas! A Carolina começou cedo e a Inês também tem jeito. Sinto-me orgulhoso, mas tam­bém preocupado porque a arte é a primeira a sofrer em situações como esta que estamos a viver.
Este Natal, com a crise, vai ser diferente dos anteriores?
– Não somos muito consumistas e nunca fomos de dar muitos presentes, mas sim de escolher um bom. E claro que este ano tivemos mais cuidados, tal como muitos outros portugueses.
A Carolina e a Inês já têm a noção da necessidade de gerir o dinheiro e de poupar?
– É bom que tenham essa necessidade presente porque no futuro as coisas vão ser mais apertadas. Eu já não chamo a isto uma crise, pois acho que esta vai ser a nossa realidade daqui para a frente, e as pessoas têm de se adaptar. E é bom que elas comecem a aprender isso desde cedo. A Carolina já percebeu que tem de poupar em muitas coisas e a Inês vai acabar por perceber.
Que desejos têm para 2013?
– Que tenhamos saúde e que continuemos a lutar!

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