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Sara Barradas e José Raposo: “O nosso primeiro ano de casados foi maravilhoso”

Em conversa com a CARAS, o casal de atores partilhou o sonho de querer ter filhos em breve. José Raposo e Sara Barradas fizeram um ano de casados no dia 27 de novembro e serem pais é o passo seguinte na relação.

Inês Neves
30 de dezembro de 2012, 10:00

A CARAS esteve com Sara Barradas e José Raposo na Baixa lisboeta, onde nos contaram como tem sido “maravilhoso” este primeiro ano de casados e nos revelaram qual o presente que vão dar um ao outro.
– O facto de terem assinado um papel mudou alguma coisa na vossa relação?
Sara Barradas – Absolutamente na­da. Para nós, o papel é uma coisa muito mais íntima do que oficial.
José Raposo –
O casamento foi simbólico e teve a particularidade de ninguém saber que nos íamos casar. Como foi no dia dos anos da Sara, a 27 de novembro, pensavam que iam ao aniversário dela! E este nosso primeiro ano de casados foi maravilhoso.
– E a Sara não sonhava com uma grande festa, um vestido de noiva?

O sonho dela era mesmo casar-se comigo.
Sara –
E é verdade, eu só queria casar-me com ele, não queria mostrar que estava a casar-me com ele. Portanto, foi perfeito para mim. E foi um dia que só partilhámos com as pessoas mais importantes para nós.
– Parecem em constante lua-de-mel, sempre agarrados, aos beijinhos...

José – Acho que o melhor que há nesta vida é isso mesmo, o amor.
– A Sara é a dona da casa ou o José também participa nas tarefas domésticas?

Sara – Claro que sou eu a dona de casa, quem mais poderia ser? O Zé não sabe fritar um ovo e a única vez que fez batatas fritas a cozinha ardeu!
José –
É verdade, foi uma vergonha. Sou um moço muito complicado...
– Portanto, está proibido de entrar na cozinha...

Sara – Não entra mesmo! Às vezes até tenho medo de lhe pedir que me prepare uns cereais... E é desarrumado...
– E isso não a aborrece?

– Não. Eu sou arrumada, portanto, compensamos. Tem de haver esse equilíbrio.
José –
Nós temos muitas características em comum. Apesar de haver uma diferença de idades tão grande, que é uma coisa de que as pessoas falam muito, temos uma cumplicidade que nem imaginam, o que prova que a mentalidade de cada um e a maneira de estar, a formação, etc., é o que conta. Não é pela idade que as pessoas são mais ou menos responsáveis ou mais ou menos inteligentes ou mais ou menos isto ou aquilo. As pessoas são o que são.
– Portanto, não sentem a diferença de idades...

Sara – Não. Para mim, o Zé não tem 49 anos. Nem eu 22.
José –
Encontramo-nos no meio.
– Querem ter filhos?

Vamos ter 27!
Sara –
Queremos muito, claro, mas é uma coisa que vai acontecer naturalmente, sem pressas. É um desejo a curto/médio prazo.
– E o José está preparado para voltar às fraldas e às noites sem dormir?

– É o que ele mais quer!
José –
A coisa que mais adorei na vida foi ser pai e as pessoas que mais amo são os meus dois filhos! Aliás, não concebo uma pessoa existir sem a possibilidade de ter um filho, porque não há sentimento igual. Estou farto de dizer isso à Sara e ela vai sentir o mesmo se tiver agora um filho meu. Portanto, se eu gosto tanto, amo tanto os meus filhos, claro que quero que eles tenham irmãos, quero ter mais filhos.
– Para este Natal, o que compraram um para o outro?

– Este ano oferecemos um ao outro uma coisa maravilhosa: uma peça de teatro que vamos produzir os dois no Teatro Villaret, que estreou no dia 30 de dezembro e que se chama Isto é Que Me Dói. E é ainda mais especial porque é a primeira vez que a Sara trabalha em teatro e, além disso, vai ser também uma estreia minha a contracenar com os meus filhos. É uma peça completamente familiar!

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