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Miguel Pedrosa e Carina Vaz revelam: “Somos muito caseiros”

O treinador dos juvenis do Sporting, e a apresentadora da TVI24 contam a história de amor que os uniu.

29 de dezembro de 2012, 10:00

Juntos desde meados de julho, Miguel Pedrosa e Carina Vaz partilharam com a CARAS a história que, juntos, têm vindo a construir. Apesar da diferença de idades – o atual treinador dos juvenis do Sporting tem 40 anos, a apresentadora da TVI24 tem 31 –, regem-se ambos pelos mesmos valores e ideais e são muitas as coisas que têm em comum. Cúmplices, apoiam-se mutuamente no dia-a-dia e di­zem-se “caseiros” e adeptos do aconchego do lar.
Tanto um como o outro têm agendas profissionais bastante preenchidas, pelo que nem sempre conseguem sair de Lisboa, onde vivem, mas num dos poucos fins de semana em que Miguel não teve jogos em Alvalade, o casal aceitou o convite da CARAS para visitar o Douro, região que nesta altura do ano está especialmente bonita, tingida pelas cores do outono.
E porque o Natal está à porta, Miguel e Carina também nos contaram que reservaram o dia 25 para estarem juntos. Quanto à véspera, essa, foi passada com as respetivas famílias. No caso de Miguel, a 24 esteve com os filhos, Isabel, de quatro anos, e Frederico, de dois, fruto do seu casamento com Luísa Beirão.
– Como é que se conheceram?
Carina Vaz – Conhecemo-nos no início do ano, através de um amigo em comum. E, por coincidência, reencontrámo-nos no verão, quando estávamos de férias.
Miguel Pedrosa – Foi uma fe­liz coincidência! A empatia que sentimos nas nossas primeiras conversas foi tal que ficámos com vontade de nos conhecermos melhor.
– E descobriram muitas coisas em comum? O que esperam da vossa relação no futuro?
– Somos muito parecidos no que diz respeito aos gostos e defendemos os mesmo valores. Temos personalidades muito próximas, portanto, tudo indica que vivendo o nosso dia-a-dia estamos, na realidade, a projetar o nosso futuro.
Carina – Sim, de facto partilhamos os mesmos ideais e valores, o que faz com que haja muita cumplicidade e sintonia entre nós.
Ao longo destes quatro meses e meio de namoro, têm-se surpreendido mutuamente?
– Tudo o que vamos conhecendo um do outro, que desconhecíamos, tem sido bom, porque descobrimos cada vez mais coisas em comum.
– O Miguel tem dois filhos pequenos, a Isabel e o Frederico. Como é que é a relação da Carina com eles?
Miguel – É excelente! Têm uma ótima relação.
– Desde que o Miguel foi trabalhar para Lisboa, está mais perto deles. Como é que eles estão?
– Estão ótimos! Realiza-me vê-los crescer cheios de saúde. Sou um pai orgulhoso!
Como passaram o Natal?
Carina – Este ano passámos o dia 24 com as respetivas famílias, mas no dia 25 estivemos juntos. Esta quadra é especial, pelo facto de podermos estar em família. E gosto dos preparativos para a noite da consoada, de fazer a árvore de Natal e de passar o serão com as pessoas que mais amo.
Miguel – Dou muito valor ao Natal, pela harmonia que se vive em família, portanto, estive com os meus filhos e familiares no dia 24 e com a Carina no dia de Natal.
Aproveitaram um dos poucos fins de semana livres do Miguel para esta escapadela até ao Douro. Gostam deste tipo de programas?
Carina – Sempre que há disponibilidade de ambas as partes tentamos fazer programas diferentes. No entanto, também pri­vilegiamos estar em casa, somos muito caseiros...
Miguel – Sim, normalmente somos muito caseiros! Mas também gostamos de viajar e já tínhamos pensado em visitar o Douro. É, de facto, uma região fantástica. Não foi por acaso que foi considerada Património da Humanidade.
Neste final de ano, qual o balanço que fazem de 2012? E o que esperam de 2013, a nível pessoal e profissional?
Carina – O balanço é, naturalmente, positivo. A nível pessoal, conheci o Miguel, e profissionalmente, apresentei dois novos projetos, o Take-off e o Turbo24. E para 2013 há novas perspetivas, portanto, espero que seja um ano igualmente positivo.
Miguel – Pessoalmente, no que diz respeito aos meus filhos, à minha família e à Carina, só me posso sentir bem e realizado. Tal como a nível profissional. Considero-me ambicioso, e, co­mo tal, continuarei a evoluir, quer a nível de formação quer a nível de experiência, para a minha valorização como treinador de futebol.

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