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Luciana Abreu fala sobre a reconciliação com Yannick Djaló

A atriz e cantora revela que parou o processo de divórcio e que o Natal será passado com o jogador.

Cláudia Alegria
5 de dezembro de 2012, 16:07

Casados há dois anos e meio e pais de duas meninas – Lyonce, que completa dois anos em janeiro, e Lyani, de oito meses –, Luciana Abreu e Yannick Djaló acreditam que ainda podem ser felizes juntos. Por isso, decidiram cancelar o divórcio e “recuperar o tempo perdido, com a consciência de que não podemos cometer os erros do passado”. A revelação foi feita pela cantora, de 27 anos, que, nesta entrevista exclusiva, surpreendeu a CARAS ao afirmar que o Natal deste ano será passado em família, com Yannick. A viver até ao final do ano no Porto, pois sobe ao palco do Rivoli todas as semanas para dar vida à princesa Jasmine no musical no gelo Aladino e a Gruta Mágica, Luciana optou por fazer esta sessão fotográfica apenas com Lyonce, pois considera Lyani demasiado pequena para esta experiência.
– Este será certamente um  Natal especial. Já planearam como irão passar a época?
Luciana Abreu –
Ultimamen­te tenho feito questão de não falar sobre a minha vida privada, mas têm sido escritas tantas mentiras que vou aqui abrir uma exceção, até para esclarecer esta questão e assim acabar, de uma vez por todas, com as notícias falsas. O Natal vai ser passado em família e esta palavra inclui o Yannick. Há já algum tempo que nos temos encontrado e o Yannick tem visto as filhas, como tal, fazemos questão de passar o Natal juntos. Estamos a tratar dos procedimentos para cancelar o divórcio. Será um Natal muito feliz.
– Quer esclarecer o que é que ditou a separação?
No mundo inteiro há relações que terminam. A nossa foi demasiado mediatizada por vários fatores e um deles foi não termos conseguido preservar o que estava a acontecer. Errámos e não vamos cair no mesmo erro. Como dizia, infelizmente há relações que acabam para sempre, como há outras que acabam e recomeçam, quando os casais falam e reconhecem os erros...
– Retiraram as queixas que tinham um contra o outro?
Sim.
– Chegou a afirmar publica­mente que o Yannick não era “um pai à altura nem um marido com a seriedade que exijo dos que me rodeiam”. Mantém estas afirmações ou considera que foram fruto do momento menos bom que estava a viver?
Disse o que pensava na altura e não o deveria ter feito. Todos sabemos que se falarmos com a ‘cabeça quente’ dizemos coisas de que nos arrependemos. Foi o caso.
– E que tipo de relação tem o Yannick mantido com as filhas?
O Yannick ama as filhas, as filhas amam-no. Somos uma família e vamos fazer tudo para nos mantermos assim, pelas nossas filhas e por nós. Agora apenas peço alguma privacidade para uma relação que esteve ‘ferida’. Queremos recuperar o tempo perdido, com a consciência de que não podemos cometer os mesmos erros do passado.
– Já sabe o que vai oferecer às suas filhas neste Natal?
Muito amor e a presença do papá...
– Qual é o melhor presente que poderia receber?
Passar o Natal em família é presente mais do que suficiente.
– Já tem a sua casa decorada para o Natal?
Neste momento a nossa ‘casa’ é o hotel onde passamos a maior parte do tempo, mas, quando regressarmos à nossa casa, a árvore de Natal não irá faltar.
– Tem sido fácil conciliar as gravações da novela Louco Amor e os ensaios para o musical Aladino com a vida familiar? As suas filhas têm sentido a sua ausência?
Tenho trabalhado bastante nestes últimos meses, é um facto, mas felizmente tenho conseguido conciliar o trabalho com a minha vida familiar. A fórmula é muito simples: quando não estou a trabalhar, estou com as minhas filhas. Como qualquer mãe que tenha uma atividade profissional, não estou o dia todo com elas, mas isso é a realidade de todas as pessoas no mundo que têm de trabalhar... A parte boa desta área profissional é que, por vezes, há dias em que não trabalho, e aí o tempo é todo dedicado às minhas filhas, só por isso já me sinto uma privilegiada.
– Já sabia patinar no gelo ou teve de aprender?
Tive de aprender a patinar pois era um mundo completamente novo para mim e comecei a ter aulas no [parque aquáti­co] Aquashow, no Algarve, em agosto. Foram muitas horas de aprendizagem que acabaram por me dar a tranquilidade de que eu precisava para estar preparada para fazer este papel. Sou muito exigente no que faço e pedi que me fossem proporcionadas várias horas de treino, para ter a certeza de que estaria à altura do desafio.
– A preparação para este papel foi fisicamente muito exigente?
O mais difícil foi realmente essa parte da patinagem e as des­locações entre o Algarve e o Porto. Agora que estreámos, tenho a dificuldade acrescida de não ter dias de folga pois, quando não tenho o musical no Porto, tenho gravações da novela em Lisboa. Mas quem corre por gosto...
– Dias antes da estreia do musical sofreu uma crise renal. Foi um sinal de alerta?
Não necessariamente, simplesmente tive uma forte crise renal que nunca tinha tido. Foi uma infeliz coincidência ter sido na altura da estreia. Nada teve a ver com a elevada carga de trabalho com que ando ultimamente. Ficámos naturalmente todos preocupados [a equipa do musical] porque sabíamos o esforço que todos tivemos nestes últimos meses e a pior coisa que poderia acontecer era agora eu não poder fazer parte do Aladino. Mas ando medicada e, com esforço, deverei fazer todos os espetáculos.
– Depois do programa A Tua Cara Não me É Estranha, esperava-se que desse início a uma carreira internacional, sugerida por Luís Jardim. É um projeto adiado? Sente alguma frustração?
Não há nenhum motivo para me sentir frustrada, até porque nesta altura não teria tempo para mais nenhum projeto. Sei que o momento certo vai chegar e aí estarei preparada para realizar esse objetivo. Tudo tem um timing e o da carreira internacional é um sonho que sinto que irei concretizar.

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