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Pedro Queiroz Pereira homenageado nos ‘Óscares’ das empresas

O empresário recebeu o Prémio Excelência na Liderança, atribuído pela revista ‘Exame’.

Redação CARAS
4 de dezembro de 2012, 20:43

É um acontecimento que já faz parte do calendário empresarial nacional. Anualmente, a revista Exame anuncia e atribui os seus prémios, considerados por Pedro Norton, CEO da Impresa, que edita a revista, como os “Óscares das Empresas”.
Este ano, os troféus foram entregues no fim de um almoço que decorreu no Hotel Tiara, em Lisboa. Um dos momentos altos da cerimónia, apresentada por Ana Rita Clara, foi a atribuição do Prémio Excelência na Liderança a Pedro Queiroz Pereira, presidente do maior grupo industrial português, a holding Semapa (que inclui a Portucel e a Secil). Coube a Francisco Pinto Balsemão, chairman da Impresa e amigo de longa data do homenageado, traçar o perfil de Pedro Queiroz Pereira, destacando a sua postura discreta e a coragem nos negócios: “Não foi nada fácil convencê-lo a estar aqui hoje a receber esta distinção. Tive de ser muito insistente, muito persuasivo e até invocar a nossa muito antiga amizade, pela simples razão de o Pedro Queiroz Pereira ser uma das pessoas mais discretas que conheço. Não gosta dos holofotes, nem da exposição mediática, raramente dá entrevistas ou se deixa fotografar, e quando o faz é para falar das empresas e não dele próprio. Gostava também de elogiar a sua capacidade de criação, a sua coragem e a sua resistência.” Ainda sobre o premiado, Francisco Pinto Balsemão referiu que “tem a paixão do mar, seja à vela ou a motor, mas sempre ao leme e a andar depressa”, a par da paixão pelos cavalos (uma das três filhas, Lua Queiroz Pereira, é, aliás, cavaleira).
Igualmente em tom informal, Pedro Queiroz Pereira agradeceu o prémio e justificou a sua referida discrição com diversas razões, atribuindo parte do sucesso à sorte: “Na vida, para se ser bem-sucedido empresarialmente é fundamental ter uma certa sorte. Tenho tido azares, mas também muitas sortes e o balanço é bastante positivo. Por isso, penso que quando assim é não faz mal uma certa discrição, porque existem muitos outros que trabalharam tanto ou mais do que eu, tão bem ou melhor do que eu, mas que as circunstâncias não permitiram que tivessem os êxitos que mereciam. Quando estamos numa posição de vantagem não nos fica bem proclamar as vitórias.”

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