Nas Bancas

Tânia Ribas de Oliveira: “Gostava de ser uma mãe descontraída”

A dois meses de ser mãe pela primeira vez, a apresentadora, de 36 anos, revelou à CARAS já ter praticamente tudo preparado para a chegada de Tomás.

Cláudia Alegria
10 de novembro de 2012, 10:00

Enquanto se sentir bem, Tânia Ribas de Oliveira irá manter as rotinas, que incluem uma hora em direto no Portugal no Coração, o programa que comanda diariamente há cinco anos ao lado de João Baião. Grávida de 32 semanas, a apresentadora não esconde o sorriso de felicidade de alguém que há muito desejava ser mãe e agora vê o sonho concretizar-se. Ao lado de João Cardoso, o piloto e professor de judo de 30 anos com quem se casou em julho de 2009 após quatro anos de namoro, Tânia aguarda serena o momento em que finalmente poderá conhecer Tomás, cujo parto está previsto para o final de dezembro.
– A vossa vida está prestes a mudar. Estão preparados?
Tânia Ribas de Oliveira –
Já nos conhecemos muito bem. Todas as coisas, boas e más, fazem parte desta bonita história de amor.
– Tenciona trabalhar até ao fim da gravidez?
Quando começar a ser um esforço demasiado grande em relação ao prazer que sinto em ir trabalhar ou quando as pessoas que me veem em casa começarem a pensar ‘coitadinha, deveria estar em casa e anda ali’, acho que já não faz sentido trabalhar. Até lá, e enquanto me sentir bem, vou trabalhar.
– A gravidez tem corrido normalmente?
Sim. Sinto um cansaço extra devido ao normal inchaço das pernas e dos pés, mas fora isso sinto-me muito bem. Por isso, continuo a fazer a minha vida normal.
– Já tem tudo pronto para a chegada do Tomás?
Tenho tudo alinhavado, falta bordar o resto. Ainda faltam dois meses...
– Foi cautelosa com as compras para o bebé?
Foi tudo feito com muita calma, exceto as roupinhas... Confesso que me entusiasmei um bocadinho mais do que era suposto. Já tenho três gavetas grandes cheias de roupa e toda a gente me diz que ele não vai usar nem metade, mas se quiser pode usar várias toilettes por dia [risos].
– Vai convidar o João Baião para padrinho do bebé?
Isso ainda é um segredo por desvendar. Portanto, mesmo que isso seja verdade, não irão saber agora!
– Mas é uma possibilidade? Afinal ele acompanhou esta gravidez desde o início...
É uma forte possibilidade, sim.
– É verdade que estava em casa dele quando fez o teste de gravidez?
[Risos] Sim. Era o dia de aniversário do meu marido e estávamos todos juntos. Foi uma feliz coincidência.
– Descobriu que ia ser mãe no dia de aniversário do seu marido?
Eu já desconfiava, mas decidimos aguardar até esse dia para fazer o teste. Nessa noite, depois de termos passado o dia todo em família, o João Baião ligou a dizer para passarmos em casa dele para dar um presente de aniversário ao João. Entretanto, eles ficaram na sala e eu achei que era uma boa altura para fazer o teste. Não lhes disse nada e regressei à sala com mais um presente, o melhor presente que se pode dar a alguém.
– O seu marido tenciona assistir ao parto?
Acho que sim, se não lhe faltar a coragem até lá! Eu também não penso muito nisso, porque acho que, cada vez que criamos determinado cenário ou muitas expectativas, sai tudo virado do avesso. Posso pensar que gostava muito de ter parto normal e, pelas mais diversas  razões, pode acabar por ser uma cesariana... Portanto, vou vivendo o dia-a-dia e quando chegar o momento logo vemos como é que as coisas vão acontecer.
– Ser mãe era um sonho antigo?
Era um sonho de sempre e não tenciono ficar por aqui! Mas sim, era um sonho antigo que, a partir do momento em que achámos que era altura de concretizar, aconteceu muito rapidamente, ao contrário do que a maior parte das pessoas acreditava. Acho que, a determinada altura, as pessoas achavam que eu não tinha filhos porque não conseguia, o que nunca foi verdade.
– Acredita que nasceu para ser mãe, como lhe costuma dizer o João Baião?
Tanto o João Baião como o meu marido me dizem isso. Não sei... Sinto que tenho um lado muito maternal, de proteção em relação às pessoas de quem gosto, tanto família como amigos próximos, e acho que aquilo que mais queremos quando temos filhos é protegê-los para que nada de mal lhes aconteça, pelo menos que possa depender de nós.
– A escolha do nome do bebé foi consensual?
Mais ou menos. Havia alguns nomes de que gostávamos e a decisão final acabou por ser o meu presente de aniversário. Mas claro que gostamos os dois do nome.
– Tem lidado bem com as mudanças do seu corpo?
Muito bem, porque acho que faz tudo parte do processo. De que é que vale estar a pensar no que está a acontecer ao peito, à barriga e aos pés? Acho que faz tudo parte e há até uma beleza inerente a este estado de graça. Não estou mais gorda, estou a ficar mais redonda porque o meu filho está a crescer e precisa de uma casinha maior para se desenvolver com saúde, e é neste sentido que vejo as coisas. Também não exagerei na alimentação nem cometi demasiados erros. Até agora engordei sete quilos, o que acho que é normal.
– Acredita que vai ser uma mãe descontraída?
Eu gostava de o ser, mas não posso garantir que aconteça, ninguém pode até ser mãe.
– E o seu marido, consegue antever que tipo de pai vai ser?
Vai ser muito protetor, tenho a certeza, e um excelente pai. Acho que há uma naturalidade na forma como lida com as crianças e de que eu gosto muito. Além de ser piloto comercial, o João é professor de judo na escola do Nuno Delgado e tem um projeto de solidariedade social com o João Pina, onde dá aulas a crianças de dois ou três anos, e gosto muito da forma como lida com elas. Sinto que havia também uma grande vontade, da parte dele, de ser pai.
– Já pensou quando é que  gostaria de regressar ao ecrã, depois de ser mãe?
Isso não depende só de mim, portanto, ainda tem de ser conversado.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras