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Angelina Jolie partilha história de Malala Yousafzai com os filhos

A atriz escreveu um texto no 'Daily Beast' no qual conta como falou com os filhos sobre a jovem paquistanesa de 14 anos que foi atacada pelos talibãs por querer ir à escola e defender os direitos da educação das mulheres. Malala foi baleada na cabeça, mas encontra-se a recuperar num hospital de Londres.

Redação CARAS
18 de outubro de 2012, 16:20

Defensora dos direitos humanos e enviada especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Angelina Jolie defendeu Malala Yousafzai num texto publicado pelo Daily Beast e no qual conta como falou com os filhos acerca da menina paquistanesa.
Malala Yousafzai é uma jovem paquistanesa e ativista dos direitos da educação das mulheres que foi baleada pelos talibãs depois de ter desobedecido à proibição das raparigas frequentarem a escola. Malala encontra-se a recuperar num hospital em Londres.
A atriz é mãe de Maddox, de 11 anos, Pax, de oito, Zahara, de sete, Shiloh, de seis, e dos gémeos Knox e Vivienne, de quatro, e revela que foi numa manhã, enquanto preparava os filhos para a escola que viu a notícia de Malala no jornal e falou com eles. "Depois de ler o artigo senti a necessidade de partilhar a história de Malala com os meus filhos. Foi dfícil para eles entenderem um mundo onde adultos querem matar uma criança cujo único 'crime' é o desejo de que ela e outros como ela possam ir à escola", conta a atriz.
Depois de terem sabido mais sobre a história de Malala juntos, a atriz revela que os filhos fiveram algumas sugestões: "O nosso filho de oito anos sugeriu que se construísse uma estátua para ela e que se criasse um espaço onde se pudesse ler perto da estátua. A nossa filha de seis colocou a prática questão de, se ela tiver animais de estimação, quem é que vai cuidar deles. Ela também perguntou se os pais da Malala estavam a chorar. Decidimos que sim, mas choravam não apenas pela sua filha, mas por todas as crianças do mundo a quem são negados os direitos básicos".
A notícia de crianças que, um pouco por todo o Paquistão, se juntaram em vigílias por Malala com cartazes com a imagem da jovem preocupou um dos filhos da atriz com Brad Pitt: "O meu filho ficou preocupado que as raparigas fossem baleadas por apoiar Malala. Eu disse-lhe que elas tinham noção do perigo, mas que apoiá-la publicamente mostra o quanto a Malala significa para eles. A sua coragem lembrou a todos os paquistaneses quão importante é a educação. A coragem de Malala inspirou a de todos os paquistaneses".

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