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Retrato pessoal do jornalista Luís Maia: “Na vida sentimental não ponho propriamente muitas metas”

Jornalista há 12 anos, Luís Maia está atualmente no programa das manhãs da SIC, “Querida Júlia”, mas já passou pela TVI, pela RTP e por um canal privado angolano.

Redação CARAS
13 de outubro de 2012, 14:00

Aos 36 anos, o jornalista Luís Maia conta já com um extenso currículo: passou pelos três canais generalistas nacionais, pelo extinto jornal 24 Horas, por Angola, onde esteve a coordenar o primeiro canal de televisão privada do país, e, neste momento, é repórter do Querida Júlia, na SIC. Depois de sete livros em parceria com o seu colega Hernâni Carvalho, Luís lançou-se recentemente no primeiro a solo, intitulado Perder um Rosto, Ganhar uma Vida. Nesta entrevista em que fala deste projeto e também o questionámos sobre a sua vida pessoal, confessa ser feliz e diz que não tem pressa de se casar.
– Como se define?
Luís Maia – A nível pessoal, sou otimista e muito determinado. Estou constantemente a pensar no que fazer a seguir para não estagnar. Sou teimoso e só vivo os problemas quando tem mesmo que ser. A nível profissional, sou jornalista e trabalho em televisão há 12 anos. Quando estava a tirar a licenciatura, sonhava trabalhar nos jornais de referência, mas as circunstâncias da vida ditaram o meu caminho e acabei por estagiar na TVI. Entretanto, descobri que o entretenimento é o meu playground. Gosto muito daquilo que faço, divirto-me imenso a trabalhar.
– E fora da televisão, como se diverte?
– Ah! Mas vive-se fora da te­levisão? [risos] Há uma série de coisas que gostaria de fazer, mas não tenho tempo. Gosto muito de fazer desporto, mas não o faço com regularidade. Gosto muito de estar com os meus amigos, jantar e jogar póquer com eles. Gosto de viajar e passear, embora ultimamente não o faça muito. E gosto de guionismo, aliás, é uma área que me interessa muito e na qual gostaria de fazer alguma formação.
Perder um Rosto, Ganhar uma Vida é uma obra de ficção ou uma história real?
– É uma história verídica, sobre a Bárbara Alves, uma mulher que, em 2004, quando a conheci, estava completamente desfigurada. Nos programas de daytime estamos habituados a lidar com pessoas a quem já aconteceu de tudo, e de uma forma geral não é fácil para elas não se deixarem levar pelos problemas. A Bárbara é a exceção a essa regra, parecia determinada em levar a sua vida para a frente e acabou também por se tornar uma amiga. Mais tarde, ajudei-a a encontrar o médico que fez a recuperação da sua cara. Foi esta diferença e a “provocação” da própria Bárbara para escrever um livro sobre ela que me inspiraram.
– E a nível amoroso, há alguém que o inspire?
– Ah! A minha vida amorosa! [risos] Tenho uma namorada, estou feliz e contente e, como diriam os jogadores de futebol, estou ótimo! Gosto muito dela, aliás, foi quem aturou muito do meu mau feitio na fase final do livro, e foi também a minha leitora. Na vida sentimental, não ponho propriamente muitas metas. Se me perguntar se quero casar-me e ter filhos e quando, não faço ideia, sei que quero estar bem e ser feliz.
– E é feliz?
– Sim, sou feliz! Não preciso de pensar muito para responder a isso! Levanto-me todos os dias com vontade de ir à minha vida!

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