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Oceana Basílio conta como se sente feliz e tranquila junto de Abel Xavier

Um ano e oito meses depois de ter começado a namorar com Abel Xavier, a atriz não descarta a hipótese de voltar a casar-se e até de ser mãe. Para já, quer dedicar-se sobretudo ao trabalho.

Andreia Cardinali
29 de setembro de 2012, 10:00

De férias desde maio, Oceana Basílio, de 33 anos, tem aproveitado todos os momentos para estar com a filha Francisca, de oito anos, e o namorado, Abel Xavier, já que se prepara para regressar em breve ao trabalho. Decidida a apostar também numa carreira além-fronteiras, a atriz foi convidada para participar no próximo filme de Lee Caplin, que será gravado em dezembro em Los Angeles. Feliz com o seu percurso pessoal e profissional, Oceana não põe de parte a hipótese de voltar a casar-se e de ser mãe novamente, embora se sinta satisfeita com a família que criou junto do ex-jogador e dos filhos deste, David e Lucas, de 17 e nove anos, respetivamente.
– Durante as férias, o que aproveita para fazer?
Oceana Basílio –
Estou sempre a fazer pesquisas, leituras e tudo o que possa enriquecer-me na área da representação, por isso, acho que é difícil um ator, mesmo nas suas pausas, não estar a trabalhar. No meu caso, sinto que nunca descanso totalmente. É, sim, importante para estar com a minha filha e para ter tempo para a família.
– Aproveita para compensar a Francisca da falta de tempo?
Acho que nenhuma mãe consegue dar tudo sempre, pois temos de trabalhar e fazer muitas outras coisas. Nas férias acabo por ter mais tempo livre, por conseguir fazer mais coisas com ela e estarmos mais tempo juntas.
– Deduzo que seja necessário equilibrar o tempo entre a Francisca e o Abel para que se consiga dedicar aos dois...
Tento sempre equilibrar e dou o meu melhor. É óbvio, como qualquer pessoa que tenha um namorado e uma filha, tento dividir o tempo da melhor forma e em conjunto também, já que é muito importante estarmos juntos em família e não só enquanto casal.
– Já estão juntos há um ano e oito meses. Como tem sido?
Tem sido bom. Continuamos apaixona­dos, estamos a conhecer-nos cada vez melhor e tem sido muito bom. O Abel é uma pessoa fantástica.
– Há alturas em que é difícil gerir a relação à distância, já que o Abel passa muito tempo em Los Angeles e a viajar?
Já faz um pouco parte da nossa rotina. Felizmente tenho tido oportunidade de o acompanhar em algumas coisas. Quando estamos juntos tentamos compensar e o Abel, quando está cá, é realmente muito presente e atencioso.
– Essas saudades que referiu são positivas na relação?
São muito saudáveis. Con­versamos muito sobre isso e sobre como a nossa relação consegue ser estável apesar da distância. Cada vez mais achamos que somos a prioridade um do outro, assim como a nossa família, mas também respeitamos o caminho e as escolhas de cada um.
– Foi fácil criar essa família?
Teve o seu processo natural, como qualquer relação em que existem crianças, mas nem sequer pensámos nisso, fomo-nos todos adaptando.
– E já pensam em constituir a vossa própria família?
Já sentimos que somos realmente uma família, os planos são feitos a pensar em todos. Ter filhos é algo de que falamos, mas não para já. Gostava muito de voltar a ser mãe, mas agora quero estar mais dedicada à carreira e até aos projetos que tenho lá fora. Estamos tão bem todos juntos, com os problemas e dificuldades de qualquer família, que nos sentimos muito bem assim. O amor traz essa naturalidade e tranquilidade.
– Esses projetos têm a ver com o filme do Lee Caplin?
Sim, fiquei muito contente com o convite. É um projeto que acontecerá em dezembro, mas sobre o qual ainda não posso falar muito. Não sei se irei estar com o Abel, já que ele anda sempre de um lado para o outro por causa dos negócios.
– Já tinha referido em ocasiões anteriores que o casamento não faz parte dos seus planos...
Não acho que seja uma prioridade. Se um dia nos casarmos será mais para co­memorarmos o nosso amor perante os outros. Dessa forma, faz-nos todo o sentido. Não este ano, mas quando acontecer, aconteceu.
– À primeira vista parecem ser muito diferentes...
Acho que somos mais parecidos do que pensávamos. Temos ambos personalidades muito fortes, mas somos pessoas com os mesmos valores, a nível de amizade, amor, dedicação... Admiramo-nos muito mutuamente.

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