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Catarina Furtado aos 40 anos: “Falta-me fazer muita coisa, mas não sonho demasiado alto”

Dois dias depois de fazer 40 anos, Catarina esteve em Tróia para uma apresentação relacionada com a iniciativa 7 Maravilhas e conversou com a CARAS sobre os dois assuntos.

João Lima
16 de setembro de 2012, 14:00

Catarina Furtado esteve em Tróia, no Púrpura Café, para apresentar, ao lado de José Carlos Malato, o conceito do espe­táculo da Declaração Oficial das 7 Maravilhas – Praias de Portugal, que será transmitido pela RTP no próximo dia 8. Uma oportunidade para conversarmos com a apresentadora a propósito desta iniciativa, mas também da sua chegada aos 40 anos, que festejara dois dias antes, no Liceu Passos Manuel, em Lisboa.
– Tem estado ligada ao projeto 7 Maravilhas desde o início...
Catarina Furtado – ...e com isso fiquei muito mais rica em termos de conhecimento e de cultura geral sobre o nosso país. Porque a primeira abordagem teve a ver com o nosso património histórico, mesmo o que está espalhado pelo mundo, o que nos fez explorar bem o passado. Depois, passou pela gastronomia, uma área que eu, apesar de tentar manter a linha, também gosto de explorar. Agora abordamos as praias, que são absolutamente sedutoras. Sempre que posso, exploro as nossas praias e é muito interessante esta iniciativa não se resumir às praias típicas onde vamos apanhar sol, mas incluir também as praias selvagens, as albufeiras ou as praias fluviais. É um património imenso que temos de explorar para usufruir, mas também de preservar, e no qual devemos ter imenso orgulho. A nível emocional, posso confessar que tenho um apreço especial – porque passei lá muitas férias e ainda por lá mergulho – pela Praia Grande e por aquela zona de Colares.
– Há dois dias celebrou os seus 40 anos. Porque escolheu o Liceu Passos Manuel para fazer a festa?
– O liceu guarda, naquelas salas, naqueles corredores, debaixo daquelas arcadas maravilhosas, muitos segredos meus. Não são segredos muito reveladores, são segredos de adolescente, mas de qualquer forma são segredos meus... E é um liceu que me acompanhou do 7.º ao 12.º ano, fazia dali viagens diárias para o Conservatório, portanto, achei que a festa deveria ser ali. Estou muito grata ao liceu por ter ajudado a concretizar este meu sonho.
– O que era preciso para integrar a lista de convidados?
– Convidei as pessoas que, ao longo destes 40 anos, e 21 e qualquer coisa de televisão, me ajudaram a ser a pessoa completa e feliz que sou hoje. Pessoas que no seu percurso profissional se cruzaram comigo e tiveram a ‘batuta’ que me permitiu concretizar os meus sonhos e me ajudaram a trabalhar e a acreditar em mim. Além disso, os meus amigos, claro. Amigos todos nós temos e acho que se deve dizer-lhes, várias vezes, que gostamos deles. Depois, os familiares.
– O que espera desta nova fase?
– Artroses? [Risos] Dores nas costas, menos paciência... Bom, por enquanto não penso em nada disso. Espero que os meus filhos me respeitem mais, que eu vou dizer-lhes: “A mãe já tem 40 anos, não podem irritar-me!” [Risos] Estou muito bem comigo, estou bem com os outros, estou muito bem com aquilo que faço, não posso mesmo queixar-me.
– Falta-lhe fazer alguma coisa?
– Falta-me fazer muitas coisas. Em termos profissionais, há muita coisa que gostava de explorar, de pôr de pé, gostava de trabalhar com mais pessoas... Gostava de conquistar mais coisas na minha vida, mas nada que seja inalcançável, não sonho demasiado alto, e tudo aquilo que eu gostava de fazer, prometo a mim própria que vou tentar fazê-lo.

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