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Reuters

Confissão de homicídio feita por Renato Seabra validada pelo juiz

O juiz Michael Obus considerou válida a confissão do homicídio do colunista Carlos Castro feita por Renato Seabra, em português, na ala psiquiátrica de um hospital, considerando que todos os requisitos foram obedecidos.

Lusa
14 de setembro de 2012, 19:37

Depois de ouvir os dois detetives no Supremo Tribunal de Nova Iorque, um deles o luso-descendente Michael de Almeida, que extraíram a confissão, em português, na ala psiquiátrica de um hospital, o juíz considerou que todos os requisitos foram obedecidos.
Após a audiência, o advogado de defesa, David Touger, disse estar tranquilo com a decisão, uma vez que a confissão, em que Seabra diz ter assassinado Castro para o "libertar dos demónios" da homossexualidade, acaba por sustentar a sua tese.
A tese da defesa é de que Seabra não pode ser considerado culpado por terem sido perturbações mentais a levá-lo a cometer o crime.
No final da audiência de hoje, em que esteve Renato Seabra e a sua mãe, o juiz marcou para a próxima quarta-feira o arranque da seleção do júri.
Michael Obus mostrou-se ainda aberto a ouvir uma proposta de acordo entre Touger e a procuradora, mas o advogado de defesa rejeita a possibilidade.

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