Nas Bancas

Aos 33 anos, Juliana Paes faz o seu papel mais ousado

A atriz brasileira dá vida a Gabriela no ‘remake’ da novela que nos anos 70 foi protagonizada por Sónia Braga.

Redação CARAS
10 de setembro de 2012, 18:11

Protagonista do remake da famosa telenovela Gabriela, que acaba de estrear no Bra­sil, a atriz Juliana Paes, de 33 anos, confessa que está sempre à procura de equilíbrio e que sua vida pessoal, profissional e até a decoração de sua casa – uma das suas paixões – têm de estar em completa simetria para se sentir bem. “Adoro pares: se tem duas coisas de um lado, tem de ter duas do outro. Parece que a simetria do ambiente me ajuda a organizar mentalmente”, revela.
A viver há três anos e meio uma relação com o empresário Carlos Eduardo Batista, com quem tem um filho de ano e meio, Pedro, Juliana continua em excelente forma física: mede 1,70m, pesa 58kg e tem uma invejável cintura de 68cm.
Durante uma deslocação a S. Paulo – onde visitou o espaço de decoração Casa do Jatobá, pro­priedade da sua amiga Débora Aguiar, arquiteta que decorou a casa onde mora e vai assinar também o projeto de renovação do interior da mansão que acaba de comprar na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a atriz falou à CARAS sobre maternidade, amor, carreira e nudez.
– Quando é que muda para a sua nova casa?
Juliana Paes – Só Deus sabe! A Débora ainda está a fazer o projeto e o orçamento, está naquela fase inicial, antes de começar o processo mais difícil, que é a obra, a parte em que enlouquecemos [risos].
– Qual é a parte da casa em que mais gosta de estar?
Na cozinha, não só para fazer comida, mas também porque é o ambiente onde a comunicação é maior e onde mais gosto de trocar ideias com o pessoal lá de casa. Adoro conversar com a cozinheira, com a ama ou com o motorista, enquanto o Pedro faz bagunça. São momentos deliciosos!
– Como é a Juliana mãe?
Mudamos quando somos mães, as nossas prioridades são outras. Agora tudo tem a ver com o Pedro, tenho de ter tempo para ele. E até tenho de me controlar para não dizer palavrões, para não gritar tanto! O meu filho merece ter uma mãe e um pai incríveis. Procuro ser sempre melhor.
– E o seu marido, como é como pai?
A presença dele é fundamen­tal. E principalmente foi fundamental nos primeiros meses, que são muito difíceis. Ter alguém que ajude faz toda a diferença. Ter um filho é como nitroglicerina pura para o casamento. Ou te derruba ou te impulsiona e vais ao céu. Graças a Deus, o ‘Dudu’ mostrou ser um super pai. O meu marido acordava mais vezes do que eu durante a noite para ver o Pedro. Creio que o amor está diretamente ligado à admiração, e, neste aspeto, passei a amar ainda mais o meu marido depois de o Pedro ter nascido.
– Considera Gabriela o auge da sua carreira?
Não sei, o auge pode pressupor uma curva descendente... Tenho carinho por todos os meus papéis. A Maya, da telenovela Caminho das Índias, marcou-me. Estou numa fase muito especial e surpreendeu-me a expectativa que Gabriela causou. Sabia que tinha sido um sucesso, mas nunca achei que o remake causasse tanto alvoroço. Às vezes penso: ‘Calma. É muita pressão. É só uma telenovela.’ [risos] Mas este é o momento mais feliz da minha vida até agora, por causa do Pedro.
– As cenas de sexo são as primeiras da sua carreira. Foi difícil gravá-las?
Não. Imaginei que tinha de ficar nua e pedi que só ficasse no set quem fosse necessário, por isso foi tranquilo. E a Gabriela tem uma sensualidade natural, espontânea.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras