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Cláudia Jacques: "O Max é muito querido e atencioso, trata-me muito bem"

A relações-públicas, de 47 anos, e o professor de‘breakdance’ e membro da Momentum Crew, de 33, passaram dias descontraídos no Algarve e estreitaram a relação que têm vindo a desenvolver.

Andreia Cardinali
8 de setembro de 2012, 17:00

Dona de um corpo escultural aos 47 anos, Cláudia Jacques não esconde que já recorreu à cirurgia estética. A viver uma nova fase da sua vida junto de Max Oliveira, de 33 anos, B-boy, membro da Momentum Crew e professor de breakdance, com quem conta ter uma relação especial, a relações-públicas explica que se sente cada vez mais feliz e tranquila desde que decidiu que a vida tomasse o seu rumo natural sem grandes pressões. Desta tranquilidade fazem ainda parte as filhas, Mafalda, de 17 anos, e Carolina, de 12.
Foi durante um fim de semana repleto de romantismo que Cláudia conversou com a CARAS e falou desta nova relação.
– Tem surgido nas festas com o Max. É mais do que um amigo?
Cláudia Jacques –
É um amigo especial e talvez com o tempo se torne algo mais. Antigamente as pessoas namoravam, noivavam e casavam, agora já não há só estas três formas de estar. As pessoas, primeiro, começam a conhecer-se e têm uma relação de amizade. Um namoro já é um compromisso e não se deve partir logo para ele sem as pessoas se conhecerem bem. Poderá evoluir para namoro ou não, e gosto que a vida flua naturalmente, sem pressas. Está tudo muito explicado entre nós e, se não der certo, ficaremos sempre amigos.
– Essa forma de estar terá também a ver com a maturidade?
Sim, e com a experiência de vida. Para mim, esta é uma forma mais cuidadosa e calma de estar na vida e até de me proteger.
– Como é que se conheceram?
Apesar de morarmos ambos no Porto, conhecemo-nos num evento em Lisboa, através de amigos comuns. Não foi algo imediato. Para que a relação avance, ele vai ter de me pedir namoro. [Risos]
– Esta é uma fase diferente...
Sim, é uma fase muito mais tranquila a todos os níveis, e por isso, nesta paz em que estou, não tenho pressa de nada e só quero saborear a vida. Estou muito feliz. Não gosto de me agarrar ao passado, nem fico presa a nada que me incomode.
– Assume que esta relação não é ainda um namoro, mas comportam-se como namorados...
Pois... O Max é muito querido, atencioso, trata-me muito bem. Estou a adorar. O tempo o dirá...
– As suas filhas já conhecem o Max?
Já e gostam imenso dele, em especial a mais nova, que é doida por dança. Têm os três uma relação muito gira.
– Mudando de assunto: a Cláudia assume que fez algumas alterações estéticas. Porque surgiu essa necessidade?
Porque não estou satisfeita com nada. [Risos] Fiz uma cirurgia no rosto para corrigir uma cicatriz que tinha há 20 anos, o nariz foi para corrigir um acidente que tive em Israel e os olhos foi para retirar o excesso de pele típico da idade. No fundo, são pequenas correções, e quem olhar para mim agora e não souber não consegue perceber que as fiz. Assumo o que faço com o intuito de desmistificar os tabus  e preconceitos que as pessoas têm em relação a este assunto. Cada vez mais uma mulher e um homem que se cuidam não são fúteis nem vivem obcecados com a imagem, e esse é o meu caso. Assumo-me como sou e envelhecer é um dado adquirido, mas se puder ter mais qualidade de vida, já que me sinto mais satisfeita, melhor.

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