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Raquel Rocheta fala da relação cúmplice que tem com a filha, Mariana

A gestora de imagem e comunicação do Farol Hotel esteve de férias no Algarve com a filha, Mariana, de dez anos. Raquel diz que a filha já é a sua companhia de eleição.

Marta Mesquita
2 de setembro de 2012, 10:00

Raquel Rocheta sempre teve uma relação muito próxima com a filha, Mariana, de dez anos, que nasceu do seu casamento com Carlos Cruz. Contudo, agora que a filha está a entrar na pré-adolescência, a gestora de imagem e comunicação do Farol Hotel garante que Mariana já se tornou a sua companhia de eleição.
De férias no Algarve, Raquel contou à CARAS como tem vivido o seu papel de mãe e partilhou ainda os sonhos que gostava de realizar brevemente, nomeadamente o de voltar a apaixonar-se.
– A Mariana tem dez anos. Acredito que já veja nela uma companheira com quem pode ter conversas mais adultas…
Raquel Rocheta
– Sim, ela já é mesmo minha companheira e conversa comigo como uma adolescente. Ela sempre foi uma criança muito desenvolvida a nível psicológico, mais do que o normal. E agora já tenho uma amiguinha que me quer fazer companhia até em festas noturnas. Ela já me puxa para concertos, por exemplo.
– É fácil ser uma mãe companheira, educadora e disciplinadora ou é difícil assumir alguma destas vertentes?
– O mais difícil é encontrar um equilíbrio entre todas essas vertentes, porque muitas vezes não sei estabelecer os limites entre o ser amiga, ser mãe e disciplinadora. Há momentos em que temos alguns conflitos, nomeadamente quando a Mariana me trata como se eu fosse da idade dela. Ela tem de perceber os seus limites e as obrigações que tem enquanto filha. Mas é com ela que também aprendo como é que devo ser. A Mariana tem sido uma criança fácil, porque é bastante compreensiva e muito meiguinha. Acho que temos conseguido gerir muito bem a nossa relação.
– Ela é mais parecida consigo ou com o pai?
– Tem coisas dos dois. A Maria­na tem a persistência do Carlos, a meiguice da mãe e a teimosia dos dois!
– Sente alguma nostalgia por ver que a sua filha está a crescer e a deixar de precisar de si em todos os momentos?
– Por acaso não sinto essa nostalgia. Gosto imenso desta fase em que a Mariana é minha companheira e colega. Já partilhamos muitas opiniões sobre vários assuntos. Antes, era tudo mais complicado e não sinto essa nostalgia em relação ao passado. Consigo rever-me muito mais nela nesta fase do que antes. Já temos conversas que interessam às duas.
– No verão passado tinha-se divorciado há pouco tempo e ainda estava a tentar encontrar um novo rumo para a sua vida. E agora, já consegue desfrutar da estabilidade que adquiriu?
– É muito bom sentir que tenho a minha vida estabilizada. Finalmente sinto-me muito feliz por estar realizada profissionalmente, por estar a viver sozinha e sentir-me confortável com a casa e o espaço que habito, pelo facto de a Mariana estar também numa fase muito tranquila e ser uma menina muito especial. Estou bastante feliz.
E não lhe falta apaixonar-se de novo para ser realmente feliz?
– Sim, para ser uma felicidade plena espero encontrar a minha cara-metade. Não estou à procura de nada e quando acontecer, aconteceu. Neste momento também não tenho muito espaço mental para isso, porque estou mais concentrada na minha vida profissional e na minha filha. Tenho o meu passado bem resolvido, sei que aprendi imenso. E é ótimo saber que consegui manter uma relação muito serena com o Carlos. Somos dois amigos que têm um objetivo em comum: educar a Mariana.

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